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Domingo, Outubro 24, 2021

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Autárquicas 2021 | Resumo do debate entre os candidatos da Sertã

Perda de população, atração e fixação de novos investimentos, economia, ambiente, saúde e qualidade de vida estiveram entre os principais temas em cima da mesa no debate que contou com os candidatos à Câmara Municipal da Sertã nas eleições autárquicas 2021. A iniciativa teve lugar nos estúdios de televisão da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, colocando frente a frente Paulo Farinha Luís (PSD), Carlos Miranda (PS), António Manuel Coelho (BE) e Marco Santos (CHEGA). A candidata Ema Gomes (CDU) teve um problema no automóvel, durante a deslocação aos estúdios, o que a impediu de chegar em tempo útil para participar no debate.

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Paulo Farinha Luís (PSD) 50 anos, economista. Casado, pai de dois filhos. Natural da Sertã. Foi docente e diretor da Escola Tecnológica e Profissional de Sertã. Ingressou na Câmara Municipal para a Divisão Económica e Financeira e, mais tarde, assumiu a direção do Departamento de Administração e Finanças. Tem sido chefe de gabinete na Câmara da Sertã sendo considerado o “braço direito” do presidente cessante José Farinha Nunes, que não se recandidata por atingir o limite de mandatos. Paulo Farinha Luís é, desde 2014, presidente do SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta.

Carlos Miranda (PS) 56 anos, professor. Residente da UF Cumeada e Marmeleiro. Vereador no atual executivo municipal. Está na vida política local há mais de 20 anos, tendo sido deputado municipal e deputado intermunicipal, secretário e depois presidente da Assembleia Municipal da Sertã. É docente na Sertã. Foi diretor do Instituto Vaz Serra, em Cernache do Bonjardim, durante 14 anos. É presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista da Sertã e membro do Secretariado da Federação do Partido Socialista de Castelo Branco.

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Ema Gomes (CDU) 28 anos, bombeira em Cernache do Bonjardim. É recandidata depois de ter sido cabeça de lista em 2017. Foi coordenadora do Núcleo de Proteção Civil da Escola Superior Agrária de Castelo Branco (2012 a 2013), candidata a deputada à Assembleia da República, pelo círculo de Castelo Branco nas eleições legislativas de 2015, e é membro do Conselho Nacional do Partido Ecologista Os Verdes.

António Manuel Coelho (BE) 59 anos, mecânico de ciclomotores. O partido candidata-se 12 anos depois da última candidatura no concelho.

Marco Gomes (CHEGA) 44 anos, empresário. Reside na freguesia de Cabeçudo, tem um filho e é divorciado. Estreante nas lides autárquicas, assume como bandeira o combate à corrupção. Sem experiência política, afirma estar atento ao que se vai passando, diz estar farto do rumo do país que “caminha para o abismo”.

O arranque do debate aconteceu pela voz de Marco Santos (CHEGA), conforme ditou o sorteio inicial. Para o candidato a perda de população é transversal a toda a região do Interior, onde “basicamente todos os concelhos perderam população”.

Defendeu neste ponto a cativação de recursos humanos para o centro de saúde da Sertã, uma perda também com prejuízos para a comunidade.

Por outro lado, defendeu políticas de benefícios para as empresas, desde a redução da carga fiscal às empresas, nomeadamente a derrama. Também defende a devolução do IRS pela Câmara às empresas, pretendendo devolver os 5% permitidos na lei. “Isso traduz-se em mais algum poder de compra. Pode ser uma ajuda mínima mas que já faz alguma diferença”, argumentou.

Marco Santos (CHEGA) defendeu a construção de estações elevatórias, apontando como “complicada” a situação da ETAR em Pedrógão Pequeno. Defende a criação de nova ETAR na zona industrial da Sertã, referindo que “no inverno há descargas e as águas ficam poluídas”, aludindo às ribeiras do Amioso e da Sertã.

Defendeu ainda que se deve focar na melhoria das vias de comunicação e redes de telecomunicação, e defende um novo traçado para a Estrada 238, que liga Cernache do Bonjardim a Tomar.

“Nós precisamos de indústria, mas também precisamos de qualidade de vida”, referiu, notando o candidato que o CHEGA propõe a criação de um gabinete de apoio a artesãos e pequenas profissões, desde agricultores, feiras e pequenos empresários.

Todos os candidatos defendem que há necessidade de criação de postos de trabalho e fixação de investimentos para que se possa travar o êxodo que se verifica no concelho da Sertã.

António Coelho (BE) defendeu ainda que há que avançar com medidas para despoluição da ribeira do Amioso e da ribeira da Sertã, que “sofrem com episódios de poluição há anos”, propondo a construção de estações elevatórias e ETARs adequadas às necessidades do concelho.

Outra medida passa por requalificar e despoluir os fontanários públicos, e ainda a abolição do uso de glifosato/herbicida pelos serviços municipais. Também propõe o BE a criação de zonas descentralizadas de compostagem de resíduos orgânicos.

Já pelo PS, Carlos Miranda, traçou um retrato não muito abonatório do concelho no que toca à perda populacional das últimas décadas. “Na verdade, este é um problema dramático para o concelho da Sertã mas também para outros concelhos do interior. A Sertã pela primeira vez está abaixo dos 15 mil habitantes, e atenção que a Sertã tem perdido essencialmente população jovem, porque também no Agrupamento de Escolas da Sertã e no Instituto Vaz Serra todos os anos há menos alunos. Significa uma coisa muito simples: as famílias continuam a ter que emigrar, com jovens em idade escolar, e os jovens que acabam a sua escolaridade continuam a não encontrar emprego no concelho da Sertã”, disse.

O candidato destacou a centralidade do concelho da Sertã, bem como a sua dimensão, tradição, potencialidades, empresários resilientes, e a força das suas gentes. “A Sertã tinha condições para fazer muito melhor”

Carlos Miranda referindo que “não compete à Câmara Municipal criar emprego, mas compete, no século XXI, criar condições para que possa haver investimento no concelho e para que as empresas que já existem possam crescer e criar mais emprego. E para que possamos atrair outras empresas”, defendeu a instituição de um espaço de coworking no concelho.

Também enfoque nas condições a criar, tornando o território atrativo para as famílias. Apresentou uma proposta sobre o IRS, pois “um contribuinte na Sertã paga mais em IRS do que em Lisboa”, sendo que no caso da autarquia da Sertã apenas é devolvido 0,5% dos até 5% permitidos por lei. A Câmara de Lisboa devolve cinco vezes mais, 2,5%, frisou o candidato.

Aqui surgem pontos de confluência entre os candidatos e programas eleitorais do PSD e PS. O PS entende que tem existido falta de diálogo com os empresários, e a par do candidato do PSD, defende a criação de uma agência para o desenvolvimento da Sertã, para apoiar as empresas em processos burocráticos, apoiar na captação de fundos comunitários, fazer representação das empresas em feiras nacionais e internacionais, encontrando novos parceiros de negócio e apoiar em processos de internacionalização. Funcionaria como o “AICEP funciona para o Governo”.

“Se estivermos à espera que os investidores caiam do céu, isso não acontece. Já vimos muitos fenómenos atmosféricos estranhos nos últimos tempos, com as alterações climáticas, mas na verdade não caem e não chovem investidores”, frisou Carlos Miranda.

Defendeu o alargamento e criação de novas zonas industriais e criação de um parque para acolhimento de veículos de transporte de mercadorias para fazer da Sertã um centro de distribuição logística, para que parem no concelho e ajudem a criar nova dinâmica.

Frisou ainda o cluster do comércio e reparação automóvel, que se destaca no concelho, entendendo que deve ser dado apoio a estas empresas, sem esquecer o comércio tradicional, que é “fundamental para a criação de emprego no concelho”.

Paulo Farinha Luís (PSD), além de defender a implementação da agência de apoio ao investimento, referiu que a forma de contrariar os números pode acontecer por via da atração de trabalhadores, e não apenas de empresas, falando dos nómadas digitais e da nova era do teletrabalho e coworking.

O PSD propõe medidas e condições que possam servir “qualidade de vida de excelência”, na educação, incentivos às empresas que estão no concelho, e defende a criação de uma agência que possa promover o investimento, que possa promover o concelho com ações de marketing territorial.

Paulo Farinha Luís (PSD) referiu que cerca de 70% da população do concelho está coberta com rede de saneamento. Ainda assim, reconhece que há défice na qualidade e cobertura da rede móvel existente, e no que toca à cobertura de internet e fibra ótica de alta velocidade e alta qualidade também é algo que faz falta nesta nova era baseada nas novas tecnologias.

Quanto às acessibilidades, o candidato do BE, António Coelho considera que a nível de rede viária e sinalética o concelho está mal servido, falando na dificuldade que é circular nas estradas da Sertã. Entende que deve ser promovida requalificação na EN 2, prevenindo sinistros e acidentes que são recorrentes. Refere que a Câmara “não tem empenho” para resolver os problemas desta índole no concelho.

Paulo Farinha Luís (PSD) defende que na estrada 238 deve ter um traçado o mais novo possível e com perfil de IC, de preferência, sendo uma competência do Estado, entende que deve continuar-se a exigir ao Governo que intervenha, porque já passaram muitos anos de reivindicação desta obra.

O PSD propõe ainda a criação de uma “Via Verde ao investimento”, que passa por simplificar os processos de licenciamento para novas empresas, ultrapassando prazos e decisões que dependem de processos burocráticos.

Aqui, no seguimento do que defende Carlos Miranda (PS), também entende que a Sertã precisa ter instalado um centro de logística, junto ao nó do IC8, entre a Sertã e Cernache do Bonjardim.

Paulo Farinha Luís (PSD) refere que a estratégia passa também por potenciar e certificar os produtos endógenos e promover ao máximo a sua saída enquanto produto transformado, e não como matéria-prima, valorizando a produção do concelho.

No que toca à floresta e à exploração madeireira, frisou que deve existir investigação nesta área.

Quanto ao turismo, defendeu que a EN 2 é uma estrada turística que deve ser mantida, mas referiu que a “arma” em termos culturais para o concelho é D. Nuno Álvares Pereira, que permitiria promover a cultura e promover investimento, como marca do concelho.

Marco Santos (CHEGA) defende uma estratégia de turismo religioso no concelho, assente nesta figura que é D. Nuno de Santa Maria.

O candidato entende ainda que se deve lutar para que o Plano de Ordenamento da Albufeira de Castelo do Bode possa permitir empreendimentos de turismo inserido na natureza, nomeadamente praias fluviais, passadiços e trilhos. Entende que “o Governo não pode limitar o nosso crescimento privando-nos da nossa maior riqueza”, ainda que considere que “não se pode construir desenfreadamente junto ao rio e albufeiras”.

Considera que a EN 2 tem de ser um ponto de paragem no concelho, e não só de passagem.

Na Educação e Cultura, Carlos Miranda (PS) disse que se tem de investir em materiais e recursos humanos nas escolas, apoiando projetos e “defendendo” as escolas perante o Ministério da Educação. Uma das propostas é reativar ou criar uma residência de estudantes, para fazer face à vasta oferta formativa e como forma de captar alunos de outros concelhos.

Defendeu um sistema de transportes que não prejudique os alunos e não os faça perder tempo em espera e em viagens longas.

Em termos culturais, o socialista reconheceu que o concelho já tem certames e eventos de qualidade e que são para manter, mas pede uma programação coerente, profissional, e é essa a sua proposta para o concelho. O candidato referiu que deve começar a ser descentralizada a cultura, levando espetáculos e iniciativas a todas as freguesias e aldeias que têm sido esquecidas. Vê a cultura como um bem essencial a que todos têm o direito de ter acesso.

Já Paulo Farinha Luís (PSD) demonstrou a intenção de apostar na formação e aprendizagem ao longo da vida, considerando fundamental a assunção da gestão da residência de estudantes da Sertã pelo município.

É seu entendimento que a creche e pré-escolar devem ser reforçados, possibilitando aos pais deixarem os filhos na escola para poderem ir trabalhar e a apostando na educação desde tenra idade e de qualidade.

A nível cultural, pretende o PSD potenciar os eventos já desenvolvidos, mas tem um projeto para o aproveitamento da marca e nome de Nuno Álvares Pereira e a sua ligação a Cernache do Bonjardim. “É um ativo do concelho, tem importância nacional e internacional, e por essa via queremos promover a cultura e criar postos de trabalho”, afirmou.

Marco Santos (CHEGA) defendeu por sua vez, também, que a rede de creches e pré-escolar deve ter horário alargado nas pausas letivas. Também entende que se podem integrar estudantes recém-formados no concelho para integrar as empresas, por via de protocolos, para complementar a aprendizagem da escola.

A nível cultural, admitiu que não está a ser aproveitada a imagem de Nuno Álvares Pereira, crendo que existem muitas iniciativas culturais que se podem continuar a apoiar, mas defende um programa cultural mais vasto e que abranja todo o ano, descentralizando as atividades, levando a cultura às aldeias.

António Coelho (BE) disse pretender requalificar os edifícios escolares, além de estabelecer também protocolos com as empresas para fixar os jovens no concelho, abrindo-lhes portas no mercado de trabalho.

Na cultura, o BE quer priorizar contratação de artistas locais nos grandes eventos.

Na ação social, saúde e acesso a cuidados de proximidade, os candidatos defendem ações e iniciativas que cheguem a todo o concelho, aldeias incluídas, e neste sentido o PSD defende o projeto Porta a Porta, de apoio social próximo.

Na saúde o PSD pretende aumentar os serviços médicos no Centro de saúde da Sertã, considerando ser “inaceitável” que o Ministério de Saúde tenha “presos” certos serviços significativos e obriguem a população a deslocações maiores. Falou ainda no drama que é atrair médicos de família para concelhos como o da Sertã, no Interior do país.

O CHEGA também considerou que os serviços de saúde merecem ser reforçados e trabalhados, entendendo que se poderia descentralizar mais a prestação dos cuidados nas aldeias. A preocupação com a terceira idade é forte, porque entende que os mais idosos são esquecidos nas aldeias, e defende que deveria existir interligação na área social, que promovesse voluntariado com os mais jovens.

Já o candidato do BE, António Coelho, defendeu um hospital para a Sertã, com o Ministério da Saúde a dinamizar essa iniciativa e com a autarquia a ceder o terreno. António Coelho tem como prioridade apoiar os idosos, nomeadamente com circuitos de autocarro e transportes comunitários, que os apoiem no acesso a bens essenciais, como comprar medicamentos, fazer compras, e outros.

Carlos Miranda (PS) referiu que, ao ser eleito presidente da Câmara, irá de imediato marcar audiências com Ministérios, nomeadamente o da Saúde. Considera que sem cuidados de saúde de excelência não se consegue fixar famílias ou atrair novos habitantes para o concelho.

Uma das lutas é alcançar mais valências de saúde, criando condições para que se encontrem mais médicos para o concelho. Na sua ótica deve haver uma estratégia intermunicipal e união com outros concelhos do Interior, sendo uma matéria sensível esta a da necessidade de criar mecanismos de discriminação positiva que traga médicos para as pequenas cidades e vilas do país.

Considerou que poderia ser criado um serviço móvel de prestação de cuidados de enfermagem ao domicílio das pessoas.

No social, Carlos Miranda afirmou ser necessário um Diagnóstico social completo do território do concelho, dizendo que lhe preocupam as “dificuldades silenciosas”, considerando que há muitas pessoas que vivem com dificuldades e que não pedem ajuda, conformando-se com a sua vida humilde mas que muitas vezes já significa viverem em condições pouco dignas.

Recorde o debate na íntegra entre os candidatos à Câmara Municipal de Vila de Rei no nosso canal de Youtube:

 

SERTÃ

O concelho da Sertã tem atualmente 14.748 habitantes. Abrangendo um território com 453 km2, a Sertã tem hoje 13.286 eleitores, distribuídos por 10 freguesias, algumas das quais agregadas em União.

Segundo os resultados preliminares do Censos 2021, a Sertã perdeu 7,1 por cento da população na última década, com a particularidade de haver uma freguesia que aumentou o nº de habitantes – Carvalhal -, e outra que registou a maior quebra de habitantes no Médio Tejo – Várzea dos Cavaleiros. Uma nota a registar é o crescimento da população estrangeira a residir no concelho. Mais de meio milhar registados em 2020.

Concelho da chamada zona do Pinhal mas integrante da Sub-região do Médio Tejo, Sertã é um território situado no extremo oeste do distrito de Castelo Branco, fazendo fronteira com o distrito de Santarém. Em termos económicos, predomina a exploração florestal, as indústrias da madeira e derivados, dos materiais de construção, agroalimentar, entre outras. A taxa de desemprego no concelho da Sertã era de 5,4% em 2020, estando atualmente 370 desempregados inscritos no IEFP.

Quanto ao enquadramento político, o Município da Sertã é liderado pelo PSD desde 2009 através de José Farinha Nunes na presidência da Câmara e com uma maioria folgada (5PSD, 2PS). Em 2009 o PSD reconquistou o poder na Sertã depois de dois mandatos geridos pelo PS (José Paulo Farinha) que se deveram essencialmente à divisão no PSD em 2001. Atingindo o limite de mandatos, o atual Presidente não se pode recandidatar pelo que a população da Sertã vai eleger no próximo domingo um novo presidente.

Candidatos ao concelho da Sertã

PSD

Câmara Municipal  Paulo Farinha Luís
Assembleia Municipal  Alfredo Dias
Cabeçudo Fernando Pires Nunes
Carvalhal Joaquim Santos
Castelo Carlos Lopes
UF Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais  Filomena Bernardo
UF Cumeada e Marmeleiro Pedro Coelho
UF Ermida e Figueiredo José Lopes (Coligação PSD/CDS)
Pedrógão Pequeno Francisco Garcia
Sertã  Joaquim Alves
Troviscal  Rogério Luís
Várzea dos Cavaleiros  Pedro Fernandes

PS

Câmara Municipal  Carlos Miranda
Assembleia Municipal José Leitão Ferreira
Cabeçudo Adriana Pires Santos
Carvalhal  António Xavier de Matos
Castelo Silvino Aires Fernandes
UF Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais  Maria João Ribeiro
UF Cumeada e Marmeleiro Ilídio Manuel Pereira
UF Ermida e Figueiredo  Jorge Manuel Farinha
Pedrógão Pequeno Manuel Antunes Dias
Sertã  David Dias Monteiro
Troviscal Joaquim Antunes e Silva
Várzea dos Cavaleiros  Maria Gracinda Marçal

BE

Câmara Municipal  António Manuel Coelho
Assembleia Municipal  Nuno Costa
Carvalhal  André Fernandes
Pedrógão Pequeno Hugo Simões

CDU

Câmara Municipal  Ema Gomes
Assembleia Municipal  Hugo Simões
UF Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais  Marta Pereira Gomes
UF Cumeada e Marmeleiro Ema Pereira Gomes
Pedrógão Pequeno António Costa
Sertã  Carolina Santos

CHEGA

Câmara Municipal  Marco Santos
Assembleia Municipal  Cátia Pinto
UF Cernache do Bonjardim, Nesperal e Palhais  Ricardo Sequeira
Sertã  Pedro Jesus

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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