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Sábado, Julho 24, 2021

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Autarcas do Médio Tejo na tomada de posse do Presidente Marcelo

 

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Foram mais de 500 os convidados para a tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República Portuguesa, mas este, fazendo jus à sua imagem de homem afável e disponível, não regateou cumprimentos e poses para as fotos com a maioria dos convivas.

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No caso, com alguns dos autarcas do Médio Tejo, que, tendo sido convidados nominalmente, na qualidade de presidentes das respetivas autarquias, acabaram por se juntar no Parlamento, independentemente das suas cores políticas. Presentes na cerimónia estiveram Miguel Borges (Sardoal), Pedro Ferreira (Torres Novas), Fernando Freire (VN Barquinha), Maria do Céu Albuquerque (Abrantes), Júlia Amorim (Constância), José Farinha Nunes (Sertã), Anabela Freitas (Tomar), Jorge Faria (Entroncamento) e Vasco Estrela (Mação). E alguns acabaram por ficar juntos também no retrato da praxe com o novo Presidente da República.

Em declarações ao mediotejo.net, Maria do Céu Albuquerque, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e também da Câmara de Abrantes, disse ter gostado de ver o novo Presidente da República “andar no meio dos convidados, de forma descontraída”.

Este tinha sido, afinal, o primeiro Presidente a ir a pé para as cerimónias, cumprimentando quem passava na rua, quebrando o rígido protocolo.

“Gostei particularmente de três coisas. Uma delas foi a de se ter reunido na mesquita com representantes de várias religiões, a segunda foi a de ter anunciado que ia levar o Dia de Portugal até às nossas comunidades em França e a terceira foi a forma informal como se relacionou com as entidades convidadas”, destaca Maria do Céu Albuquerque.

Para a posteridade fica a fotografia do novo Presidente da República com alguns dos autarcas do Médio Tejo presentes na cerimónia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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