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Quinta-feira, Agosto 5, 2021

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Autarcas do Médio Tejo discutem regeneração urbana e rio com ministro do Ambiente

Os autarcas da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), distrito de Santarém, reúnem na terça-feira com o ministro do Ambiente para debaterem questões como a regeneração urbana e o rio Tejo, disse hoje a presidente da CIMT.

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Maria do Céu Albuquerque, presidente da CIMT, e também da Câmara de Abrantes, disse à agência Lusa que os 13 autarcas daquela comunidade pediram a audiência para abordarem a regeneração urbana no âmbito do Portugal 2020, atual programa comunitário de apoio, e os problemas do rio Tejo e da falta de qualidade e quantidade das suas águas, dois assuntos que estão no topo das preocupações da CIMT.

Relativamente à regeneração urbana, em causa está o facto dos municípios de média dimensão do Médio Tejo já terem apresentado as suas candidaturas mas não saberem ainda se vão ser aprovadas, não existindo qualquer discussão em relação a estas matérias.

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“Vamos abordar com o senhor ministro a questão da regeneração urbana porque todos nós temos consciência da necessidade imperiosa de colocar este instrumento financeiro aos serviços dos municípios e da economia local. Temos consciência que há muito a fazer nos centros históricos para reabilitar e que também com isso vamos ajudar a economia local, nomeadamente, as empresas na área da construção civil”, destacou Maria do Céu Albuquerque, tendo acrescentado que, em relação aos pequenos municípios, ainda não houve lugar à apresentação das candidaturas.

“Estamos preocupados em relação ao valor que está afeto ao conjunto dos municípios da região centro, relativamente à área da regeneração urbana”, frisou a autarca, tendo destacado querer falar com o ministro sobre estas matérias e sobre as oportunidades que o Governo está a preparar “para obter uma resposta cabal, logo que seja possível, sobre esta matéria”.

Por outro lado, acrescentou, “a questão ambiental também é uma matéria que vai ser levada ao ministro, na sequência das preocupações sobre a poluição do Tejo e o défice de quantidade e qualidade do rio”, tendo observado que a tomada de posição da CIMT “não é nova”.

Segundo disse Maria do Céu Albuquerque, “há mais de um ano que a CIMT tem vindo a tomar posição sobre o baixo caudal que chega ao território do Médio Tejo e que compromete o ecossistema e a sustentabilidade dos investimentos que foram feitos ao serviço do desenvolvimento económico”, tendo por base o turismo.

“Temos vindo a chamar a atenção do Governo anterior sobre esta matéria e queremos também levar as nossas preocupações ao atual ministro do Ambiente”, sintetizou.

Na qualidade de presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque disse ainda querer abordar a questão da instalação de uma míni hídrica no açude de Abrantes, construído no Tejo, e que foi “colocado na gaveta” pelo anterior Governo.

“Queremos saber se este Governo vai dar sequência a esta instalação e, por outro lado, pedimos à Agência Portuguesa do Ambiente que nos elucide sobre o processo de reparação do travessão da Central Termoelétrica do Pego, construído no rio Tejo na década de 90 para criar uma bolsa de captação de água que permita o arrefecimento e o funcionamento da Central”, concluiu.

A reunião com o ministro do Ambiente, João Pedro Fernandes, está agendada para terça-feira, dia 19 de janeiro, às 11:00.

 

Agência de Notícias de Portugal

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