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Sábado, Outubro 16, 2021

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Autarca de Tomar lamenta ameaças de suspensão de serviço da Resitejo

Depois do presidente do Conselho de Administração da RESITEJO (RSTJ) ter afirmado que iria suspender o serviço de recolha seletiva caso os municípios do norte do distrito de Santarém não cumprissem com os pagamentos em dívida, a presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas, afirmou em reunião de executivo, após questões da oposição sobre o tema, que lamentava as ameaças proferidas à comunicação social por Paulo Queimado.

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A presidente de Câmara de Tomar apontou ainda falhas no serviço prestado pela Resitejo, nomeadamente quanto à faturação. A autarca tomarense começou por lamentar a postura do Conselho de Administração com ameaças feitas através da comunicação social “sem sequer falar com a Câmara”, confirmando que a dívida que a Câmara de Tomar tem com a RSTJ é de 9.328,73 euros, que “diz respeito à deposição de monos e de resíduos verdes”.

“Não é com ameaças que vêm publicamente colocar a Câmara a pagar (…) A recolha de resíduos é um serviço essencial, da mesma maneira que não se pode cortar a água também não se pode fazer isto. Acho muito desagradável virem com este tipo de questões”, criticou Anabela Freitas.

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Por outro lado a autarca disse que a RSTJ “não pode estar meses sem faturar e depois faturar tudo junto, nós também temos uma planificação orçamental e nunca ninguém disse que não íamos pagar”.

ÁUDIO | Anabela Freitas, presidente da CM Tomar, critica ameaças públicas de suspensão de serviço

 

“Aconselhava a RSTJ a fazer o que qualquer empresa faz com os seus clientes, que é, em vez de durante um ano inteiro andar a faturar por estimativas, faturar efetivamente pela pesagem. Não faz sentido, quando todos os meses recebemos a pesagem daquilo que é depositado, estarmos a pagar por estimativa. Se calhar convinha também eles começarem a afinar os procedimentos, nomeadamente que a própria ERSAR obriga a ter. Mas as atitudes ficam com quem as pratica”, terminou.

Com sede na Carregueira, Chamusca, a RESITEJO, Associação de Gestão e Tratamento dos Lixos do Médio Tejo, convertida na empresa intermunicipal RSTJ, tem como área de intervenção 10 concelhos: Alcanena, Chamusca, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Santarém, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

O presidente do Conselho de Administração é Paulo Queimado, na qualidade de presidente da Câmara Municipal da Chamusca.

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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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