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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Astros: “Chuva de estrelas” das quadrântidas de 3 para 4 de janeiro

Na sua viagem anual em torno do Sol, a Terra atravessa diferentes regiões do espaço interplanetário, num percurso orbital de cerca de 940 milhões de quilómetros. Entre o primeiro e o quinto dias de janeiro de cada ano, a Terra passa por uma região particularmente rica em poeiras, brindando-nos com uma chuva de meteoros (na linguagem popular denominados “estrelas cadentes”) característica desta época: a chuva das Quadrântidas.

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O efeito mais espetacular observa-se na noite de 3 para 4 de janeiro de cada ano. Neste ano de 2016, o pico ocorrerá na madrugada.

Sabemos que as chuvas de meteoros recebem o nome derivado da constelação de onde os traços dos seus meteoros parecem divergir (ponto denominado “radiante” da chuva de meteoros). Na verdade, os meteoros caem para a Terra segundo trajetórias paralelas entre si e o radiante é uma ilusão de perspetiva. Trata-se de uma situação idêntica àquela em que alguns traços paralelos entre si parecem convergir para o ponto de fuga.

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No caso das Quadrântidas o radiante situa-se a norte do Boieiro (Boötes), onde nos finais do século XVIII se imaginava a antiga constelação do Quadrante Mural (Quadrans Muralis), hoje extinta.

O nome “Quadrântidas” manteve-se só por tradição histórica até aos tempos atuais. Mas a chuva de meteoros continua a ocorrer todos os anos e o leitor pode vê-la sem precisar de mais nada além dos seus olhos e de um local com o mínimo de poluição luminosa.

 

Como observar as Quadrântidas

Se as condições meteorológicas o permitirem, não deixe de olhar para o firmamento por estas datas (veja a figura), especialmente na noite de 3 para 4 de Janeiro, entre as 5:00 e s 07:00 para contemplar esta bela chuva de meteoros, denominada chuva das Quadrântidas. O pico é de cerca de 50 meteoros por hora.

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Representação do céu na direção noroeste, com as constelações circundantes. Sugerem-se alguns traços de meteoros e a posição do radiante foi marcada com a cruz (+) amarela.

Localize a região situada entre as constelações de Ursa Maior, do Boieiro, do Dragão e de Hércules, acima da região nordeste do horizonte. Preste atenção às regiões envolventes desta área e mantenha a visão lateral alerta. Embora esta não seja das chuvas de meteoros mais intensas merece a nossa atenção e por vezes a sua intensidade pode ser surpreendente.

Para saber mais: http://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/7595

http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/16

Texto e imagem de Guilherme de Almeida

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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