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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Associação da GNR quer 2.000 novos efetivos para minimizar escassez de efetivos

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) defende que é urgente recrutar “2.000 novos militares” para a Guarda Nacional Republicana (GNR), para “minimizar a escassez de efetivos”, e quer aproveitar os excedentários da função pública para funções administrativas.

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“Só assim se poderá minimizar a escassez de efetivos, permitir a passagem à situação de reserva, fora da efetividade de serviço, dos militares que, há muito, satisfazem, para o efeito, as condições previstas na lei, – mas que, por determinação superior, estão impedidos de deixar as fileiras devido à escassez de efetivos – e enfrentar os desafios inerentes à missão da GNR no combate à criminalidade violenta e à presença e visibilidade das patrulhas, especialmente em zonas identificadas como de maior risco”, lê-se num comunicado hoje enviado.

No âmbito da racionalização de recursos, a ASPIG entende que a afetação aos serviços administrativos de funcionários públicos considerados excedentários poderia “libertar, para a atividade operacional, milhares de militares, atualmente afetos a esses serviços”.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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