Domingo, Fevereiro 28, 2021
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Artesanato | Sardoal e as suas típicas mantas na FIA 2018 em Lisboa

Entre 23 de junho e 1 de julho realiza-se a FIA Lisboa 2018 – Feira Internacional do Artesanato, onde os visitantes terão a oportunidade de degustar inúmeros sabores, entrar nas danças e tradições dos quatro cantos do mundo e apreciar o que de mais rico e emblemático temos no nosso País. Este evento para ver e adquirir peças de artesanato únicas, nacionais, internacionais e celebrar o grande encontro de culturas, que já se vive há 31 anos, conta com a presença de Sardoal.

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O artesanato de Portugal estará representado de Norte a Sul do país, passando igualmente pelas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, no espaço da Feira Internacional de Lisboa, localizada no coração do Parque das Nações.

Destaque para a Região Centro e para a tecelagem com grande valor artesanal na região, prova disso são as típicas mantas do Sardoal, acrescidas do paciente trabalho de cestaria e latoaria. Além disso, apresenta a olaria, a faiança decorada em tons de castanho, azul e roxo. Mais abaixo o Ribatejo, que celebra a cultura do campino retratando-a nos curtumes, o artesanato em couro, a roupa e ainda os casacos de seda bordada dos cavaleiros tauromáquicos elaborados em Coruche.

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No seguimento da celebração da Portugalidade este ano a FIA conta também com uma exposição de peças originais de três criadores nacionais: Joana Vasconcelos, Filipe Faísca e Nuno Gama.

Com organização da Fundação AIP, em parceira com o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional, estará patente uma exposição temática fruto desta longa ligação e este ano estarão presentes mais de 40 países, 600 expositores, 220 deles estrangeiros, dos cinco continentes, entre eles empresas, artesãos nacionais e internacionais, entidades ligadas ao desenvolvimento rural, regional e agentes na área da gastronomia artesanal, tradicional e restauração.

No total serão mais de 40 países, 600 expositores, 220 deles estrangeiros, dos cinco continentes, entre eles empresas, artesãos nacionais e internacionais, entidades ligadas ao desenvolvimento rural, regional e agentes na área da gastronomia artesanal, tradicional e restauração.

Durante nove dias os visitantes têm o Mundo inteiro para visitar e experimentar, não só na visita aos stands, como também nas mais de 200 atividades paralelas que se realizam durante todo o evento, organizadas pelos países e entidades presentes. Este ano, e à semelhança de 2017, espera-se a visita de mais de 110 mil pessoas, número com que a feira encerrou as portas no ano passado.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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