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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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“Apocalipse”, por Vasco Damas

O cursor pisca e a página permanece em branco. Há tanto para escrever mas não há vontade para começar. Não sei se é falta de motivação se é falta de vontade mas a verdade é que o cursor continua a piscar e a página deixou de estar em branco.

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Saltitando entre a falácia surreal do Eça e a terrível e real tragédia grega, passando pelo belicoso do twitter sem esquecer os seus novos amigos, “olhando” para o aquecimento global e vendo as marés de plástico que desaguam às toneladas nos mares do Caribe começo a perceber a minha falta de vontade para começar.

Uma verdade inconveniente que anda a ser contada quase ao mesmo tempo que tem tentado ser calada e que começa a ser visível no inferno que desceu à terra para os lados da Sibéria e que lentamente se arrastou um pouco para o lado para “os lados” da Escandinávia.

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Continuo e “passo” pelas trafulhices de Pedrogão onde apanho boleia numa das viaturas de alta cilindrada que foram entregues aos gestores por trás das vigarices da Parvalorem e faz-se luz em forma de vaca leiteira quando chego à conclusão que o crime compensa desde que se conheçam as pessoas certas.

Assusta-me este processo de lenta implosão social onde percebemos que caminhamos em direção ao apocalipse sem que nada se faça para travar este caminho. Não por mim nem pela minha geração, mas pelas minhas filhas e por quem vier depois… sendo certo que deixou de ser certo que haverá depois porque os cenários apocalípticos deixaram de fazer parte do imaginário e tornaram-se reais com uma frequência que só pode preocupar.

Que venha a “silly season” e que comece o campeonato de futebol para nos “ocuparmos” com o que é de facto prioritário e para esquecermos estas notícias que apenas servem para nos preocupar sem nos acrescentar valor.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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