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Domingo, Julho 25, 2021

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António Tavares apresenta romance em Abrantes

O escritor António Tavares apresenta o romance “O coro dos defuntos”, obra com a qual venceu no ano passado o Prémio de Literatura LeYa, na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, na quinta-feira, pelas 21:30, divulgou a autarquia abrantina.

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O romance foi editado no passado mês de novembro e, segundo a editora, a ação narrativa decorre, de 1968 a abril de 1974, numa “pequena aldeia” portuguesa na Cova da Beira, na Beira Baixa, cujos “habitantes, profundamente ligados à natureza, se preocupam sobretudo com a falta de chuva e as colheitas, a praga do míldio e a vindima”.

“Na taberna – espécie de divã freudiano do lugar – é disso que falam, até porque os jornais que ali chegam são apenas os que embrulham as bogas do Júlio Peixeiro”, lê-se na apresentação da obra.

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António Tavares foi jornalista, fundador e diretor do periódico regional A Linha do Oeste, fundou e coordenou a revista de estudos Litorais. Como romancista, obteve uma menção honrosa no Prémio Alves Redol, em 2013, com o romance “O tempo adormeceu sob o sol da tarde”, ainda no prelo, e foi finalista do Prémio LeYa 2013, com a obra “As palavras que me deverão guiar um dia”, publicado pela Teorema.

António Tavares nasceu no Lobito, em Angola, em 1960. Em 1975 veio para Portugal e concluiu o liceu no Porto. Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e fez uma pós-graduação em Direito da Comunicação na mesma universidade. Atualmente exerce o cargo de vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, pela lista do PS, onde tem a tutela das áreas de Cultura, Educação, Formação Profissional, Saúde e Ação Social.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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