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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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António Nunes tomou posse como novo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses

O novo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), António Nunes, tomou posse no sábado, sucedendo a Jaime Marta Soares, que esteve no cargo 12 anos.

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António Nunes, antigo inspetor-geral da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), foi eleito a 30 de outubro de 2021, mas a tomada de posse dos novos órgãos sociais da Liga dos Bombeiros Portugueses para os próximos três anos decorreu ontem na sede da LBP, em Lisboa, numa cerimónia restrita devido à pandemia de covid-19.

Quando foi eleito, António Nunes prometeu um “projeto de mudança” e um “estilo diferente”, avançando que vai estar “mais próximo” dos bombeiros e na resolução dos problemas.

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“Este projeto é de mudança. Queremos olhar para as coisas de forma diferente (…). Temos um estilo diferente, queremos estar mais próximo dos associados, queremos estar mais próximos da resolução dos problemas. Temos um conjunto de iniciativas que vamos levar por diante no sentido de aproximar a Liga dos corpos de bombeiros e resolver os seus problemas”, disse à agência Lusa António Nunes.

O novo presidente da LBP já exerceu também funções de inspetor superior de bombeiros no extinto Serviço Nacional de Bombeiros, de presidente do extinto Serviço Nacional de Proteção Civil e recentemente presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT).

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Num comunicado divulgado esta semana, a direção da LBP que agora termina funções fez um balanço “francamente positivo” do mandato, destacando os avanços conseguidos para as corporações de bombeiros no âmbito da nova lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e na lei do financiamento para os bombeiros, apesar do valor atribuído anualmente ficar muito aquém.

A direção cessante, liderada por Jaime Marta Soares, lamenta que não tenha conseguido que a profissão bombeiro fosse considerada de risco e que passasse a ser contado o tempo de serviço voluntário para a reforma.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

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