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Terça-feira, Janeiro 18, 2022
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Anabela Freitas assume presidência da Comissão Distrital de Proteção Civil (c/áudio)

Anabela Freitas, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e presidente da Câmara Municipal de Tomar, é a nova presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil do Distrito de Santarém. A edil socialista foi oficialmente nomeada na segunda-feira pela Associação Nacional dos Municípios Portugueses. Sucede no cargo ao presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges, que substituiu em 2019, por indicação da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, Maria do Céu Antunes (Albuquerque) aquando a sua entrada no Governo.

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Integram ainda a comissão distrital o presidente da Câmara Municipal de Almeirim, Pedro Miguel Ribeiro (PS) e o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves (PSD), ambos da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo.

ÁUDIO | Anabela Freitas, presidente da Comissão Distrital da Proteção Civil de Santarém no mandato autárquico 2021-2025

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Anabela Freitas não deixou de frisar “o trabalho que o presidente Miguel Borges (Câmara Municipal de Sardoal) desenvolveu sobretudo ao longo destes dois últimos anos”.

“Poucos seriam os cidadãos que sabiam da existência de uma Comissão Distrital de Proteção Civil e com toda a questão pandémica que vivemos e que ainda estamos a viver, a comissão distrital assumiu um papel preponderante no território. O presidente Miguel Borges fez um excelente trabalho”, sublinhou a autarca.

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Quanto aos desafios que se colocam neste novo mandato à comissão distrital, Anabela Freitas nomeou a transição do período de pandemia para um período de endemia, mas também outras competências relativas à proteção civil, caso dos riscos inerentes aos incêndios, cheias, ferrovias, riscos industriais e as alterações climáticas que afetam os territórios e aumentam os riscos de fenómenos, caso das cheias rápidas, ondas de calor e outros.

Anabela Freitas, presidente da Câmara Municipal de Tomar, foi nomeada presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Santarém. Foto: mediotejo.net

“Este tempo deu para que todos os membros da Comissão Distrital criassem rotinas de trabalho e entrosamento, que ajudarão certamente a resolver qualquer problema de proteção civil que surja ao longo destes 4 anos”, disse, notando que a pandemia levou a uma reestruturação na atuação da comissão, que começou a reunir numa periodicidade mais curta, semanalmente, sendo que nos picos da pandemia houve reuniões com maior frequência.

A presidente insistiu que “todo este trabalho desenvolvido em conjunto ajudou a cimentar e criar hábitos de trabalho, colaboração e cooperação entre as várias entidades representadas na comissão”.

Reconhecendo que o cidadão comum poderá não ter “uma noção muito clara do que é a proteção civil, porque normalmente as pessoas associam a questões das cheias e incêndios e já no período de combate aos eventos e às ocorrências. Mas é certo que o trabalho também se centra muito nas tentativas de mitigação e de prevenção dos riscos”, notou.

Em cada distrito existe uma comissão distrital de proteção civil, à qual compete acompanhar as políticas diretamente ligadas ao sistema de proteção civil que sejam desenvolvidas por agentes públicos e determinar o acionamento dos planos, quando tal se justifique.

A comissão distrital é igualmente integrada pelo comandante operacional distrital, as entidades máximas, ou seus representantes qualificados, dos serviços desconcentrados dos vários ministérios, os responsáveis máximos pelas forças e serviços de segurança existentes no distrito, um representante do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e um representante da Liga dos Bombeiros Portugueses e um representante da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais.

O atual Comandante Operacional Distrital (CODIS) é David Lobato, que está à frente do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém desde dezembro de 2020, sucedendo no cargo Mário Silvestre, que foi promovido a adjunto de Operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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