- Publicidade -

Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
- Publicidade -

Ambiente | Milhares de peixes morrem no Tejo em novo episódio de poluição (c/videos)

Este domingo voltaram a aparecer muitos peixes mortos no rio Tejo, junto a Vila Velha de Ródão e até à Barragem do Fratel. A denúncia partiu dos pescadores e de Arlindo Marques, do Movimento ProTejo, que foi ao local testemunhar e registar em imagens a mortandade que se verificou num dos afluentes do Tejo, causada por um foco de poluição que retirou o oxigénio necessário para as espécies sobreviverem.

- Publicidade -

O Pescador Francisco Pedro indignado com a mortandade de peixe no rio Tejo junto á sua aldeia do Arneiro – Niza. Ouçam-no pois sabe bem o estado terrível em que estão as águas. Ele nesta altura pesca lagostim a montante de Vila Velha de Rodão onde as águas estão boas . PARTILHEM

Publicado por Arlindo Consolado Marques em Domingo, 29 de Outubro de 2017

A Inspeção Geral do Ambiente foi chamada ao local e está a fazer investigações no rio e em várias indústrias suspeitas de estarem a fazer descargas poluidoras.

- Publicidade -

A aflição dos peixes sem oxigénio, é a alegria das gaivotas, a natureza a seguir o seu curso. Junto à Barragem do Fratel dezenas de Gaivotas a alimentarem-se de peixe, que é presa fácil para elas. Imagens de dia 30 Outubro 2017.

Publicado por Arlindo Consolado Marques em Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

A mortandade das espécies foi registada pelo ambientalista Arlindo Marques, do movimento ProTejo

.

Hoje fui ao local novamente onde estava o peixe morto no Arneiro Niza com o Armindo Silveira, e como o rio Tejo desceu cerca de 1 metro, deu para ver que afinal não só tinha morrido peixe pequeno Alburnos como peixes grandes, desde Achigâ, Lucio Perca, Barcos, Siluro etc etc. Recebi informação que não tinha identificado o local agora já dá para ver. Partilhem hoje já andou no local uma equipe de fiscalização do IGAMAOT #https://www.igamaot.gov.pt/ PARTILHEM

Publicado por Arlindo Consolado Marques em Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome