“O destino final a dar às lamas desidratas, cujo peso estimado é de 2.500 toneladas, será a compostagem e posterior aplicação na agricultura, como corretivo orgânico. O destino final destas lamas cumpre assim os princípios de economia circular”, lê-se no texto.

O Ministério do Ambiente adianta que as análises realizadas pela Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL) evidenciam elevada sicidade (secura) das lamas, superior à inicialmente esperada, com médias consistentes superiores a 30%.

“As análises revelaram também uma reduzida percentagem de matéria volátil, o que indicia a elevada estabilização das lamas, e a ausência de substâncias perigosas, mantendo-se a classificação de resíduo não perigoso”, conclui o Governo.

c/LUSA