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Ambiente | Espanhóis entregam ‘Prémio Tajo Vivo’ a Arlindo Consolado Marques

O movimento ambientalista espanhol En Defesa del Rio Tajo entregou a Arlindo Consolado Marques o 1º Prémio referente à luta contra a poluição do Tejo em Portugal, em cerimónia que decorreu na cidade ribeirinha de Aranjuez.

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A cerimónia da entrega dos prémios decorreu no dia 14 de fevereiro, tendo o ambientalista português, natural de Ortiga, Mação, marcado presença em Espanha e declarado estar “muito satisfeito”, com este reconhecimento público e com o prémio atribuído fora do país.

“Será também muito importante, para o processo que me foi movido pela Celtejo”, notou o ambientalista, guarda-prisional de profissão, conhecido como o guardião do Tejo e que está a braços com alguns processos judiciais movidos por empresas que foram apontadas como estando ligadas a focos de poluição do Tejo.

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O trabalho desenvolvido por Arlindo Marques em defesa do Tejo foi reconhecido pelos ambientalistas espanhóis de Aranjuez. Foto: DR

Na cerimónia, a organização ambientalista espanhola disse que “o Prémio Tajo Vivo, pela sua carreira na defesa do rio, foi dado pelo Conselheiro para o Ambiente a Arlindo Consolado Marques. Arlindo, o Guardião do Tejo, apesar de ter outra nomeação, veio de Portugal para mostrar a sua gratidão e a sua firme intenção de continuar a lutar pelo rio Tejo”.

Além deste troféu, foram ainda entregues “o Prêmio Ciénaga , que se destina a dar um toque de atenção pela sua falta de cuidado [ambiental], e foi concedido por um membro da Assembléia ao Canal de Isabel II”, e o Prêmio Naiad para a melhor iniciativa de 2018, foi compartilhada por rios de SEO / Birdlife e AEMS vivos.

Prémio Tajo Vivo foi entregue em Aranjuez a Arlindo Consolado Marques. Foto: DR

Arlindo Marques, conhecido como o “guardião do Tejo” pela sua luta em defesa do rio, já havia sido distinguido em Portugal, em 2018, pela Confederação das Associações de Defesa do Ambiente, com o Prémio Nacional do Ambiente.

Foto: DR

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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