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Domingo, Dezembro 5, 2021
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Alferrarede | Balcão CTT assegurado por prestador de seguros já em abril

A administração dos CTT já assinou com um privado a concessão dos serviços de correios de Alferrarede, no concelho de Abrantes. A informação foi avançada pela presidente da Câmara Municipal de Abrantes durante a reunião de Executivo, esta terça-feira, 6 de março.

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Os serviços irão funcionar com gestão de um prestador de seguros, na mesma rua, numa loja situada num edifício mais acima do atual balcão dos CTT e espera-se que esteja em funcionamento na primeira semana de abril. Duas funcionárias do prestador de seguros encontram-se em formação, com a administração dos CTT a garantir que o atual balcão de Alferrarede só encerrará uma semana depois dos serviços iniciarem no prestador privado.

Um prestador de seguros assinou contrato com a administração dos CTT no sentido de assegurar os serviços de correios prestados até agora pelo balcão dos CTT em Alferrarede, avançou esta terça-feira 6 de março, Maria do Céu Albuquerque durante a reunião de Câmara Municipal. O promotor é Luís Agudo da companhia de seguros Tranquilidade.

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A administração dos CTT chegou a acordo com essa entidade privada para gestão do serviço universal de correios numa loja de um prestador de seguros, situada na mesma rua, na Avenida Mário Soares, num edifício que dista cerca de 30 metros a norte do atual balcão dos CTT, assumindo o compromisso de manter o balcão em funcionamento até à abertura do novo espaço, encerrando uma semana após essa abertura.

Os serviços vão continuar a ser assegurados “não naquele espaço em concreto, mas no bloco de prédios acima, ao lado da ótica, numa loja que pertence ao grupo Ondalux” explicou a autarca congratulando-se “com este desfecho e com o facto da sociedade civil ter-se organizado, mobilizado para conseguir criar condições para a manutenção daquele posto dos CTT”.

A expetativa do promotor é que “na primeira semana de abril, o posto possa estar a funcionar, inclusivamente as duas colaboradoras já estão a ter formação neste momento”, acrescentou

O encerramento do balcão dos CTT em Alferrarede termina com “um final feliz dentro daquilo que é possível” considerou ao mediotejo.net a presidente. “Gostaríamos muito que o serviço continuasse a ser público”. Não sendo possível “aquilo que tentámos foi acompanhar promotores que se mostraram disponíveis para encontrar uma solução” sustentou.

Maria do Céu Albuquerque garantiu ao mediotejo.net que o prestador privado irá assegurar “todos os serviços que são agora prestados no balcão dos CTT” incluindo o pagamento de pensões de reforma.

Os CTT decidiram encerrar 22 lojas em todo o país, entre elas a de Alferrarede. A notícia em janeiro que a estação dos correios de Alferrarede iria fechar deixou incrédulos habitantes e autarcas, tanto mais que a estação tem bastante movimento, numa zona bastante populosa da cidade.

De acordo com um esclarecimento enviado às redações, os CTT referiram que o encerramento destas 22 lojas “não coloca em causa o serviço de proximidade às populações e aos […] clientes, uma vez que existem outros pontos de acesso nas zonas respetivas que dão total garantia na resposta às necessidades face à procura existente”.

Em causa estão também os balcões: Junqueira, Avenida (Loulé), Universidade (Aveiro), Termas de São Vicente, Socorro (Lisboa), Riba de Ave, Paços de Brandão (Santa Maria da Feira), Lavradio (Barreiro), Galiza (Porto), Freamunde, Filipa de Lencastre (Belas), Olaias (Lisboa), Camarate, Calheta (Ponta Delgada), Barrosinhas (Águeda), Asprela (Porto), Areosa (Porto), Araucária (Vila Real), Alpiarça, Aldeia de Paio Pires e Arco da Calheta (Madeira).

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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