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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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Alcanena | Uruguai quer importar chícharo da região

A freguesia de Bugalhos, concelho de Alcanena, que detém a marca “Terras de Chícharo”, foi contactada por uma empresa de import-export do Uruguai que se mostrou interessada na importação de chícharo para aquele país da América latina. A autarquia apela aos produtores locais, que estejam interessados, a comunicarem a quantidade de produto disponível e o respetivo contacto.

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Foi com surpresa que José Luís Ramos, presidente de Bugalhos, recebeu uma chamada do Uruguai com esta proposta na última semana, resultado da autarquia ter registado a marca “Terras de Chícharo”. O país, segundo explicaram ao presidente, tem tradição de produção de chícharo, nomeadamente para farinhas culinárias, mas as alterações climáticas têm tido efeitos negativos na produção.

“Explicaram que já trabalham com várias empresas em Portugal e a ideia do chícharo é porque também produzem farinha de chícharo”, disse o autarca ao mediotejo.net.

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José Luís Ramos acabaria por convidar os representantes da empresa a visitarem a freguesia e a conhecerem os produtos à base de chícharo locais, lançando o apelo aos produtores interessados para que dêem conta do que têm disponível para vender. Em princípio, explicou, a exportação passará sempre por uma visita da empresa aos produtores para avaliar o produto. “Vamos acompanhando, mas eles é que vão negociar com as pessoas”, referiu.

A empresa em causa chama-se Compañia de Índias e tem página online, com morada em Montevideo (Uruguai) e contacto telefónico e email. O mediotejo.net contactou a instituição  por email a fim de conhecer o seu historial e a tradição do chícharo naquele país, não tendo recebido resposta até à data da publicação desta notícia.

O Uruguai faz fronteira com o Brasil e a Argentina, no sul do continente, tendo como língua oficial o espanhol. A economia do país assenta sobretudo no setor agropecuário.

Em 2017 o jornal El País dava conta do “discreto milagre” do Uruguai, que, ao contrário dos países adjacentes, atravessou a crise económica sem perder estabilidade política, social e económica, com crescimento ininterrupto.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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