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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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Alcanena | Reunião de Câmara Municipal

Arranca pelas 15h00 a reunião camarária de Alcanena

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

4 COMENTÁRIOS

  1. Boa noite
    Isto não é exactamente um comentário mas sim um pedido de rectificação acerca da referência ao meu nome, onde me baptizam de CARLOS SEMEDO, quando de facto o meu nome é CARLOS PINHEIRO. Aproveito para lhe remeter cópia da minha intervenção para a poder usar, para melhor retratar a minha intervenção, se assim bem o entender. Mas pelo menos o nome deve ser corrigiso. Disponham sempre da minha colaboração.
    “Muito obrigado por me ter sido concedida a palavra. Começo por dizer que estou aqui hoje para cumprir um compromisso comigo mesmo que já tem algum tempo.
    Mas antes de ir ao cumprimento desse compromisso, quero aproveitar esta oportunidade para apresentar os meus cumprimentos de Boas Festas a toda a Câmara e desejar que o ano de 2018 venha a ser o ano de mudança, que possa permitir que se volte a gostar de viver em Alcanena já que nos últimos meses, imagino as dificuldades que os meus conterrâneos tenham sido obrigados a suportar face às agressões ambientais gravíssimas com que vêm a ser brindados, quando seria expectável, depois das obras no Sistema e na ETAR, tudo de mau tivesse ficado resolvido. Puro engano. Por isso o meu desejo que 2018 venha a ser o ano de mudança para melhor, porque para mal já bastas assim.
    Agora quanto ao meu compromisso, começo com uma declaração de interesses. Fui mobilizado para a Guerra da Guiné, para onde embarquei em 23 de Outubro de 1968 e de onde regressei em 21 de Novembro de 1970.
    Comprometi-me comigo mesmo vir aqui publicamente, oferecer à Câmara, o livro “Nos Celeiros da Guiné – Memórias de Guerra”, onde é relatada a morte do 1º Alcanenense – JOSÉ GONÇALVES PERERIRA – na Guerra Colonial, em 23 de Outubro de 1963, desaparecido em combate – Página 197 -e cujos restos mortais foram recuperados em 20 de Novembro de 1963 – Páginas 200 e 239 – que, depois de identificados, foram repousar no Cemitério de Bissau onde ainda se devem encontrar.
    O Concelho de Alcanena nesse período negro da Guerra Colonial sentiu dolorosamente a morte de 11 dos seus naturais, mas nunca viu que alguma Câmara tivesse tido a ideia de perpetuar a morte inglória de tantos jovens Alcanenenses – 4 de Alcanena, 2 de Bugalhos, 2 da Chã de Cima – Malhou, 1 do Espinheiro, 1 de Monsanto e 1 de Moitas Venda – com a implantação dum monumento em memória desses infelizes, como aliás, esquecimento idêntico também já tenha sido cometido á época, após a 1ª Grande Guerra, onde o concelho também teve os seus mortos.
    Lanço por isso aqui o desafio, para que a Câmara pense maduramente nessa falta e se proponha vir a resolve-la com a dignidade que a memória desses 11 Alcanenenses ainda merece.

  2. Boa noite

    Só mais um pormenor.
    Não sou morador até porque identifiquei-me como Alcanenense.
    Também gostava que este pormenor fosse rectificado.
    Obrigado

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