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Sexta-feira, Maio 14, 2021

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Alcanena | Relatório da AQUANENA rejeita responsabilidade em episódio de poluição

O episódio de poluição ocorrido em março que a GNR imputou à empresa municipal AQUANENA tornou novamente a ser rejeitado pela entidade. Na reunião de câmara de segunda-feira, 26 de abril, foi dado a reconhecer o relatório sobre a situação, em que a AQUANENA considera que não existem evidências de que tenha sido a causadora da poluição.

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O tópico “Relatório de Ocorrência de Espumas no Rio Alviela – 05 de março 2021” foi a reunião camarária para conhecimento da vereação. Segundo referiu a presidente Fernanda Asseiceira (PS), o documento reitera que não existem provas objetivas para imputar à AQUANENA a espuma que foi identificada em Pernes. O texto foi já enviado às várias entidades.

Na discussão, a oposição dos Cidadãos por Alcanena questionou os motivos que conduziram a brigada do ambiente da GNR a levantar o auto – notícia à empresa municipal e porque a presidente só soubera da situação pela comunicação social. Também levantaram dúvidas sobre o processo e metodologia de recolha de amostras. “Temos muita informação mas não está sistematizada de forma precisa”, constatou Maria João Rodolfo, evidenciando alguma falta de clareza na informação.

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Em resposta, Fernanda Asseiceira explicou que a GNR não é obrigada a comunicar o auto, enviado apenas para as entidades competentes, nomeadamente o IGAMAOT – Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

A presidente tornou a recordar como soube do caso e as diligências que tomou para ficar ao corrente do que havia sucedido, reiterando não haver evidências que tenha sido a AQUANENA a responsável do episódio de poluição. “Se fosse a causadora tinha que o assumir”, afirmou. Considerou por tal, face às provas existentes, não pode ser a empresa a arcar com este tipo de responsabilidade.

Para a vereadora Maria João Rodolfo, este é um processo em que “ninguém fica bem na atuação”, quer a AQUANENA quer a GNR. “Isto é tudo uma trapalhada, sem pés nem cabeça”, comentou, afirmando porém acreditar nas explicações da presidente.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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