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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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Alcanena: Professora Leonoreta Leitão apresenta Memórias na Biblioteca Municipal

A 29 de outubro, sábado, pelas 16 horas, na Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira, em Alcanena, a escritora Leonoreta Leitão apresenta o seu livro “Era Uma Vez Uma Boina – Memórias de Uma Professora do Estado Novo à Democracia”. A autora desempenhou cargos diretivos em Alcanena de 1965 a 1968.

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Na página da plataforma de livros Wook, Leonoreta Leitão descreve assim o seu livro: “como sempre gostei de escrever, apeteceu-me fazê-lo sob a forma de memórias, ilustradas com fotografias e outros materiais oportunamente guardados. Prevejo que esta escrita vai ser desordenada, pois os pensamentos vão vindo e transmitidos para o papel ao correr da pena. As minhas memórias, por vezes, soarão a sonhos, noutras realidades. Quando chegar ao fim, não sei se terá sentido o que escrevi, se escrevi com sentido…”.

Natural de Leiria, onde nasceu em 1929, Leonoreta Leitão tem um longo percurso no ensino, lecionando durante 20 anos sobre a égide do Estado Novo. Licenciada em Filologia Clássica pela Universidade de Lisboa, em 1957, fez estágio do 8º Grupo do Ensino Técnico e Exame de Estado em 1959/61. Na carreira docente, foi Professora Provisória (1957/61), Agregada (1961/63), Auxiliar (1965/68) e Efetiva (1969/93).

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Desempenhou os cargos de Sub-Diretora da Escola Técnica de Torres Novas (para dirigir a secção de Alcanena -1965/68) e de Delegada da disciplina de Português (1961/83). Foi também Assistente de Metodologia, orientadora de Estágio de Português e desempenhou funções pedagógicas e inspetivas na Direção-Geral do Ensino Secundário.

O livro “Era Uma Vez Uma Boina – Memórias de Uma Professora do Estado Novo à Democracia”, edições Colibri, é apresentado na Biblioteca Municipal de Alcanena a 29 de outubro.

 

 

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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