Alcanena: Paulo Matafome distinguido pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia

(esq.-dirt) José Sereno, Miguel Castelo Branco, Raquel Seiça, Paulo Matafome, Tiago Rodrigues e João Castelhano. foto Universidade de Coimbra

Natural de Alcanena, o cientista Paulo Nuno Centeio Matafome é um dos membros da equipa de Raquel Seiça e Miguel Castelo-Branco, que venceu o Prémio Nacional de Diabetologia 2016.

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O alcanenense, que obteve também a Bolsa Charneco da Costa e o Prémio GIFT, recebeu um voto de louvor na reunião camarária de 2 de maio, segunda-feira.

Formando em Biologia pela Universidade de Lisboa e com um doutoramento em Ciências Biomédicas pela Universidade de Coimbra (UC), encontra-se desde 2005 a desenvolver investigação na equipa do Laboratório de Fisiologia, Instituto de Imagem Biomédica e Ciências da Vida da Faculdade de Medicina e do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde da UC.

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Foi este grupo que recentemente foi distinguido pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia, por um estudo pioneiro que permitiu estabelecer as relações da irrigação do tecido adiposo com a obesidade “não saudável” e as diabetes tipo 2.

Este trabalho pode permitir criar novas estratégias para o combate da obesidade e da diabetes. O Prémio é de 20 mil euros.

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Na mesma edição, a equipa de investigadores que integra Paulo Matafome recebeu ainda a Bolsa Charneco da Costa, no valor de 5 mil euros. Paulo Matafome recebeu também o Prémio GIFT – SPD 2016, de 5 mil euros.

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