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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Alcanena | Município mantém taxas do IMI e Derrama com críticas da oposição

A Assembleia Municipal de Alcanena aprovou na terça-feira, 21 de dezembro, as taxas municipais para 2022, tendo-se mantido os mesmos valores do último ano. Da parte do PS e da CDU surgiram várias críticas ao facto dos Cidadãos por Alcanena (coligação PSD-CDS-MPT), agora no poder, não terem baixado estes impostos como tinham defendido.

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O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai assim permanecer nos 0,8% para os prédios rústicos e 0,4% para prédios urbanos, assim como uma majoração para prédios degradados. Na votação o PS e a CDU votaram contra.

Carla Batista (PS) frisou ser esta posição contrária à defendida no último ano pelos Cidadãos por Alcanena, que haviam argumentado pela diminuição das taxas. Mostrou assim a sua indignação por não se fazer mais que manter os valores deixados pelo anterior executivo socialista, frisando a contradição com afirmações anteriores.

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Na sua resposta, o presidente da Câmara, Rui Anastácio (coligação PSD-CDS-MPT), constatou que o orçamento para 2022 é, em grande medida, um “exercício de adivinhação”, uma vez que não há orçamento de Estado. Revelou assim que em setembro próximo será apresentado pelo novo executivo um grande plano para Alcanena, que já vai contemplar as promessas de campanha quanto a projetos e taxas.

A variável do IRS em 5% foi aprovada por maioria, com abstenção da CDU. Já a Derrama obteve unanimidade, mantendo-se no 1,5% para empresas com mais de 150 mil euros de faturação, 0,75% acima dos 50 mil euros e isenção a faturação inferior.

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Na mesma sessão foi aprovado por maioria o orçamento de mais de 19 milhões de euros para o próximo ano, com abstenção do PS e da CDU. Da parte dos socialistas ressurgiram as mesmas críticas das apresentadas em reunião de executivo, constatando que os projetos introduzidos pelos Cidadãos por Alcanena no orçamento já delineado pelo PS no mandato anterior são apenas “sonhos” sem verbas atribuídas.

O mesmo foi referido por Ivo Santos (CDU), constatando a sua desilusão com o documento.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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