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Alcanena | Incêndio em fábrica de químicos provocou incidente de poluição no Alviela

Na reunião de câmara de segunda-feira, 15 de março, a vereadora Maria João Rodolfo (Cidadãos por Alcanena) questionou o executivo se confirmava a informação de que o recente incidente de poluição no rio Alviela tinha derivado do incêndio na fábrica de químicos da Prodyalca, ocorrido a 3 de março. A presidente, Fernanda Asseiceira (PS), confirmou, salientando que  a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o SEPNA – GNR, a AQUANENA e a Proteção Civil do município estiveram no terreno a tentar conter a situação.

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O problema não foi tanto o incêndio, explicou Fernanda Asseiceira, mas o temporal que se seguiu, que fez arrastar os detritos para uma linha de água e daqui até o rio Alviela. Na sequência do foco de poluição, também foi identificada espuma na ribeira da Amiais, adiantou Hugo Santarém (PS).

A notícia foi avançada originalmente pela TSF a 12 de março, que obteve uma declaração da APA.

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Segunda a agência, não foi feita a contenção de escorrências na sequência do incêndio no armazém da Prodyalca. Face à forte chuva que caiu no mesmo dia, essas escorrências acabaram por poluir a linha de água. De imediato, garantiu a APA à mesma fonte, foram tomadas medidas de urgência para reter e encaminhar essas escorrências para tratamento na ETAR municipal. O problema já estaria controlado por ocasião da publicação da notícia.

Na reunião de executivo, Hugo Santarém frisou as boas condições da fábrica e a sequência infeliz de acontecimentos que levaram ao foco de poluição. A APA e o SEPNA deslocaram-se de imediato ao terreno para tentar controlar a contaminação, frisou, tendo a linha de água sido contida e desviada.

Entretanto, referiu, foram feitas análises a estas águas, referindo que não foi registado perigo acrescido.

A fábrica da Prodyalca retomou atividade na última semana, em instalações provisórias, dado o elevado número de encomendas, foi mencionado no decorrer da reunião.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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