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Sábado, Outubro 23, 2021

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Alcanena | Gabriel Feitor apela a consenso sobre infraestruturas que pense no Ribatejo

A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) vai reunir-se a 13 de setembro para acertar uma posição quanto aos novos investimentos ao nível das infraestruturas no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio. Na reunião camarária de Alcanena de 20 de agosto, segunda-feira, o vereador dos Cidadãos por Alcanena, Gabriel de Oliveira Feitor, apelou a que esta negociação tenha em conta toda a região do Ribatejo e não a já “tradicional centralização em Abrantes”.

“O dossier terá de estar nas mãos do ministro do planeamento e das infraestruturas no dia 15. Se a CIMT vai reunir para supostamente cada município dar a sua opinião sobre o assunto, gostaria de saber se a senhora presidente já tem alguma opção para discutir com o executivo em relação a isto porque nós temos”, começou por enunciar.

“Compreendemos que este assunto é importante para a região, não para o Médio Tejo, que não entendemos ser uma região, mas sim para o Ribatejo uno e coeso. A questão da travessia do Tejo é mais um exemplo de porque devemos trazer novamente à ordem do dia o assunto da regionalização, a defesa do Ribatejo uno e questionar este tipo de divisões administrativas que nos querem impingir a partir dos gabinetes de Lisboa”, refletiu.

Para os Cidadãos por Alcanena as prioridades para estes investimentos não podem passar “novamente por uma hegemonização política de Abrantes com os municípios limítrofes mais pequenos a seu reboque, como parece ser evidente nas palavras e atitudes de Abrantes na comunicação social. Não é nada concreto contra Abrantes ou contra as suas gentes, mas, e isso sim, a reivindicação da igualdade territorial que não se tem verificado ao longo destes anos”, afirmou.

Não havendo dinheiro para tudo, a oposição do executico alcanenense aponta como prioritária a conclusão do antigo IC3 (hoje A13), previsto desde 1985, entre Almeirim e Atalaia (Barquinha), que iria “resolver dois problemas essenciais: o desvio de transito pesado das localidades de Almeirim, Alpiarça e Chamusca e a construção de uma nova travessia do Tejo que colmatará a atual e vergonhosa situação da Ponte da Chamusca”.

“Entendemos, portanto, que esta é a prioridade na nossa visão de um Ribatejo uno e coeso”, que envolve as duas comunidades intermunicipais do antigo Ribatejo. Gabriel Feitor considerou o projeto mais vantajoso também para Alcanena.

A presidente Fernanda Asseiceira referiu que virá em setembro à reunião de câmara um ponto dentro desta temática.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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