Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Quarta-feira, Agosto 4, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Alcanena: Festival JazzMinde já tem data marcada

A Fábrica da Cultura volta a receber o JazzMinde nos dias 3, 4 e 5 de junho, festival internacional que se tem afirmado como referência para os amantes de jazz ao longo da última década. O cartaz da 12ª edição ainda não foi revelado, mas a organização promete 15 nomes nacionais e estrangeiros, o número mais elevado de sempre.

- Publicidade -

O concelho de Alcanena volta a figurar no mapa do panorama musical do jazz, no qual se tem afirmado edição após edição do JazzMinde – Festival Internacional de Minde. A Casa do Povo de Minde já entrou em contagem decrescente oficial na preparação da 12ª edição e este ano promete 15 nomes nacionais e estrangeiros do jazz, blues e big jazz, ainda não revelados.

jazzminde - CópiaA iniciativa organizada pelo núcleo JazzMinde teve início em 2004 com o objetivo de homenagear Jaime Chavinha e depressa ganhou vida e sonoridade próprias. Os dois nomes nos primeiros cartazes passaram a cinco em 2006 e o festival adquire dimensão ibérica quatro anos depois ao incluir o grupo Down Home, de Barcelona. Até à data, a Big Band da Nazaré, o Quarteto Joana Rios, Clara Ghimel, Orquestra de Jazz de Lagos ou Sandra Russo, entre outros, já tinham pisado o palco.

- Publicidade -

O público pedia mais e o ano de 2010 respondeu ao pedido com Benny Lackner, de Inglaterra, e Adriana Miki em representação do sul do continente americano (Brasil). Do norte, mais propriamente de Cleveland (EUA) chegou Bobby Few, em 2012, altura em que Cuba, Itália e Argentina tinham visitado Minde e Fátima com Gianluca Tagliazucci, Victor Zamora & Havana May e José Luís Pardo, respetivamente. As apostas internacionais não se ficam pela Europa e a América e, nos dois anos seguintes, Avishai Cohen (Israel, 2013) e Pugsley Buzzard (Austrália, 2014) juntam-se aos músicos internacionais.

A primeira década foi conquistada e o sucesso não teve apenas sotaque estrangeiro. O jazz nacional veio de norte a sul do país com Paula Sousa Quinteto, L.U.M.E. – Big Band, The Lucky Duckies, Stone Pony, Joana Machado, Jazzafari, Maria Viana Quinteto, The Black Mamba, Mário Delgado, Funkology Band, Alexandre Frazão/Júlio Resende/Vânia Fernandes. A lista poderia continuar em português e minderico, a “língua própria” que a Casa do Povo de Minde promete traduzir sempre e foi inserida no Registo da Memória do Mundo da UNESCO em outubro de 2015.

O “Arraial Da Do André da Trompete do Ninhou”, ou seja, o Festival de Jazz de Minde realizar-se-á entre 3 e 5 de junho na Fábrica da Cultura e a expetativa para o programa deste ano é grande se considerarmos o vasto repertório, no qual ainda há espaço para LeBurn Maddox (EUA) e os projetos Liftoff (Jeffery Davis) e Wonder Wheel (André Fernandes), da última edição.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome