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Sábado, Setembro 25, 2021

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Alcanena: Faturas irregulares para Bombeiros Municipais tornam a acender discussão

Os argumentos que levaram à criação de um protocolo entre o município de Alcanena e a Liga dos Amigos dos Bombeiros Municipais, em 2013, continuam a levantar o tom à discussão entre o vereador Artur Rodrigues (ICA) e a presidente da Câmara de Alcanena, Fernanda Asseiceira.

O autarca pediu mais uma vez, na reunião de câmara de 16 de maio, para ser esclarecido quanto ao pagamento de horas perdidas, através de faturas de um restaurante a elementos da corporação e que não havia necessidade de se agendar uma reunião com os Bombeiros para tal. Fernanda Asseiceira tornou a frisar que alguns dos elementos da instituição não eram funcionários municipais e que se procurou regularizar um processo de apoio que estava a assumir contornos de ilegalidade.

“Não concordámos com o procedimento, alterámos”, sublinhou mais uma vez Fernanda Asseiceira, lembrando que se estavam a pagar horas perdidas, através de faturas de um restaurante, a pessoas que não eram funcionários municipais. O procedimento viria do anterior mandato, gerido pelo ICA, e a Câmara teria conhecimento das suas irregularidades. Mas Artur Rodrigues frisou, mais uma vez, que nunca teve conhecimento de pagamento de horas perdidas.

O tema tem vindo a exaltar os nervos por várias ocasiões.

Quando o protocolo foi aprovado em 2013 (está prevista uma verba anual de 55 mil euros para a instituição), Fernanda Asseiceira comentou que ao assumir a liderança do município em 2009 se deparou com uma situação menos correta, com verbas para os Bombeiros a serem justificadas por meio de faturas de restaurante. O protocolo veio regularizar as transferências, mas na altura Artur Rodrigues manifestou-se ofendido com as insinuações de ilegalidade cometidas durante o seu mandato na Câmara Municipal, onde assumia o pelouro da Proteção Civil.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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