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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Alcanena: Está lançado o desafio de fotografar o Sítio Ramsar 1616

O desafio “Fotografar 1616” está lançado aos fotógrafos da região pelo Centro Ciência Viva do Alviela – Carsoscópio e consiste num percurso fotográfico no Sítio Ramsar 1616. Os interessados apenas têm que fazer a sua inscrição, pegar na máquina fotográfica ou telemóvel no próximo dia 10 de setembro e explorar o Polje de Mira-Minde e a nascente do rio Alviela.

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A iniciativa “Fotografar 1616 – Nascente do Alviela | Polje de Mira-Minde” é promovida pelo Centro Ciência Viva do Alviela – Carsoscópio e desafia todos os amantes de fotografia (máquina e/ou telemóvel) a percorrerem o Sítio Ramsar 1616, Zona Húmida de importância internacional que abrange o Polje de Mira-Minde e as nascentes associadas, entre elas a nascente do rio Alviela no próximo sábado.

Os participantes, entre 10 e 20, serão acompanhados por Olímpio Martins e Fernando Pereira, dois representantes do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, que enriquecem o momento com informação sobre o património natural associado ao Sítio Ramsar 1616. A conversa abrange as grutas, o regime hidrológico e a biodiversidade no mesmo percurso registado pelas lentes fotográficas daqueles que participaram na iniciativa semelhante realizada no passado mês de fevereiro.

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Além do vestuário e calçado adequado, os interessados em participar na atividade devem levar refeições ligeiras e água e marcar presença no Centro Ciência Viva do Alviela a partir das 10h00. Uma hora depois tem início o Percurso Interpretativo das Nascentes dos Olhos d’Água, ao qual se segue um piquenique na praia fluvial (13h00), de onde partem em viatura própria para o Polje de Mira-Minde. O desafio termina às 16h00.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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