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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Alcanena desiste do processo para construção de um entreposto Ascendum em Bugalhos

O executivo municipal de Alcanena aprovou por unanimidade a “declaração de processo deserto” do processo de obras que se arrastava desde 2015 relativo à construção de um entreposto logístico comercial e oficinal da empresa de equipamentos de construção Ascendum S.A na zona de Bugalhos.

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Segundo o relatório lido pelo presidente, Rui Anastácio (Cidadãos por Alcanena), no decorrer dos trabalhos, o município está desde 2015 a aguardar documentos finais para emitir a licença de construção à empresa, os quais nunca chegaram a ser entregues. 

O processo remonta a 2013, quando a Ascendum requereu ao município a licença para construir em Casal Velho, na freguesia de Bugalhos, um entreposto logístico comercial e oficinal. O projeto de arquitetura foi aprovado em julho desse ano, tendo-se pedido os projetos de especialidade num período máximo de seis meses. Estes, porém, só chegariam já em 2015.

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Segundo leu Rui Anastácio no mesmo texto, em setembro desse ano foi pedido à empresa o titulo de recursos hídricos emitido pela Agência Portuguesa do Ambiente. Esse documento era necessário, uma vez que não há abastecimento público de águas e de águas residuais naquela localização. 

Até meados de 2021 a Câmara de Alcanena nada mais recebeu ou teve informação da parte da Ascendum, leu ainda o presidente, altura em que decidiu notificar a empresa para declarar o processo deserto. A empresa pediu então mais 60 dias para concluir a recolha de documentação, mas até dezembro último não houve mais evoluções neste caso.

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Face a este histórico, constatou Rui Anastácio, na prática desde 2015 que não há desenvolvimentos e, por tal, as condições necessárias para avançar com o licenciamento.

O presidente adiantou ainda, em explicações ao vereador Hugo Santarém (PS) que pediu mais informações sobre a resposta da empresa, que o empreendimento mexeria com o desenho do Plano Pormenor e uma vez que a empresa não tem mostrado interesse em avançar com o projeto, tendo já o município dado várias oportunidades para esse efeito, não faz sentido continuar.

“A informação que tenho, não oficial, é que estão a tentar vender o terreno”, comentou ainda. Declarou assim o processo deserto.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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