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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Alcanena desiste de modelo de “cabazes” e opta por apoios sociais mais discretos (c/áudio)

No âmbito da discussão dos documentos previsionais para o ano 2022, foi mencionado na reunião de executivo de Alcanena que vai terminar o modelo “cabazes”, uma das medidas mais mediáticas do anterior executivo PS.  Os apoios sociais vão continuar, garantiu a vereadora Marlene Carvalho (Cidadãos por Alcanena), apenas vão tornar-se mais discretos, assumindo outras modalidades e sem entrega pública, mantendo todo o apoio de retaguarda mas protegendo os beneficiários da exposição pública. 

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O fim dos cabazes foi mencionado por Hugo Santarém (PS) durante a discussão dos documentos previsionais, no dia 14 de dezembro, ao qual se seguiu uma explicação de Marlene Carvalho. Segundo a autarca, a Ação Social não desaparece, desaparece apenas o modelo de “cabazes”, uma medida da anterior presidente Fernanda Asseiceira (PS) que começou pelo famoso cabaz “Bebé Feliz” e evoluiu para cabazes de apoio à infância, aos séniores e cabazes solidários.

Estes eram normalmente entregues em sessões públicas, facto que levou Marlene Carvalho a afirmar “não me verão a tirar fotografias a entregar cabazes”, referindo que se trata de uma visão diferente sobre como facultar apoio social. 

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Em declarações ao mediotejo.net, Marlene Carvalho explicou que o município pretende afirmar-se na sua condição de “cuidador”, prestando apoio de retaguarda, mas que o atual executivo dos Cidadãos por Alcanena (PSD-CDS-MPT) não se revê no modelo de “cabazes”, que acabam por assumir uma conotação de “presente”.

“Pela fragilidade daquilo que é a realidade deste tipo de agregados, consideramos que não deve ser um fator de evidência nas redes sociais”, explicou a vereadora.

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ÁUDIO | Vereadora Ação Social CM Alcanena, Marlene Carvalho:

 

Os casos passam assim a ser avaliados diariamente, consoante as necessidades da pessoa, que pode passar por bens materiais ou alimentares, para a infância ou de apoio à deficiência, assim como materiais didáticos, entre outros.

No geral, “queremos ser discretos neste apoio, a necessidade das famílias não deve ser evidenciada publicamente”, por uma questão de “respeito”.

O único “cabaz” que se mantém é o “Bebé Feliz”, encarado efetivamente como um “presente à natalidade”, mas que também será atribuído longe dos holofotes dos media. 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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