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Domingo, Julho 25, 2021

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Alcanena: Cientista Elvira Fortunato integra grupo de alto nível de conselheiros da Comissão Europeia

A cientista portuguesa Elvira Fortunato, natural de Louriceira, Alcanena,  integra o grupo de alto nível de sete conselheiros do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, que foi nomeado esta semana pelo comissário europeu Carlos Moedas, em Bruxelas.

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“Os sete cientistas que designei para o grupo darão pareceres independentes na elaboração das políticas da Comissão Europeia”, disse o comissário para a Inovação, Ciência e Investigação.

“Contamos por isso com o seu aconselhamento e experiência nas políticas europeias em que é necessária informação científica de alto nível”, sublinhou.

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A Estrutura de Aconselhamento Científico da Comissão Europeia foi oficialmente lançada na terça-feira, com o anúncio dos sete membros do Grupo de Alto Nível de conselheiros científicos.

A estrutura contará com um orçamento de seis milhões de euros e reúne um grupo de conselheiros científicos independentes.

Elvira Fortunato, natural de Louriceira, Alcanena, é professora catedrática do Departamento de Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

A equipa de investigação do Centro de Investigação de Materiais (Cenimat) liderada por Elvira Fortunato e Rodrigo Martins distinguiu-se pelo uso, nos transístores, de papel como material isolante, em vez do silício, em 2008.

Nesse mesmo ano, a investigadora foi galardoada pelo European Research Council, que lhe atribuiu o 1.º Prémio na área da engenharia, no valor de 2,5 milhões de euros, com a nota máxima da tabela classificativa (8), e incluía o nome de Elvira Fortunato no ‘Top 5’ mundial dos investigadores em eletrónica transparente.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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