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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Alcanena | Câmara aprova voto de reconhecimento e louvor a Mário Silvestre

A Câmara Municipal de Alcanena aprovou por unanimidade, em reunião de executivo realizada a 4 de janeiro de 2021, um voto de reconhecimento e louvor a Mário Silvestre, pelo “relevante desempenho, enquanto Comandante Operacional do Distrito de Santarém, da Autoridade Nacional de Proteção Civil”.

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Em reunião de Câmara Municipal de Alcanena, que decorreu esta segunda-feira através de videoconferência, a presidente Fernanda Asseiceira (PS) leu a declaração de voto começando por dizer que “Mário Jorge Henriques Silvestre, nascido a 18 de março de 1973, é natural da freguesia do Vale de Santarém, tendo concluído os seus estudos secundários no Cartaxo.

Possui, como formação académica, a Licenciatura em Gestão de Empresas (1999), assim como várias Pós-Graduações, nomeadamente, em Higiene e Segurança no Trabalho (2001), em Gestão da Emergência, pela Escola Nacional de Bombeiros (2007), e em Riscos e Proteção Civil, pelo Instituto Superior de Educação e Ciências de Lisboa (2012).

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Possui também o Mestrado em Riscos e Proteção Civil, pelo Instituto Superior de Educação e Ciências de Lisboa (2014), tendo ministrado formação superior em várias instituições superiores.

Iniciou a sua carreira como Oficial do Exército Português (1993 – 2003), tendo obtido, ao longo da carreira, três louvores por serviços exemplares, nas diversas funções desempenhadas, sendo de destacar as seguintes:
– Oficial do Exército (Aspirante/Alferes), no Grupo de Artilharia de Guarnição nº2 / Regimento de Guarnição nº 2 (Ponta Delgada – Açores), de 1993 a 1995;
– Oficial do Exército (Alferes/Tenente), na Brigada Mecanizada Independente, de 1995 a 1999;
– Oficial do Exército (Tenente), no Presídio Militar de Santarém / Estabelecimento Prisional de Santarém, de 1999 a 2003.

Foi, ainda, Técnico Superior – Adjunto do Diretor do Estabelecimento Prisional de Santarém – Direção Geral dos Serviços Prisionais, entre 2003 e 2006, tendo também desempenhado o cargo de Comandante dos Bombeiros Municipais do Cartaxo, de 2006 a 2013, e de Comandante Operacional Municipal do Cartaxo, de 2007 a 2013.

Entre os anos 2013 e 2020, desempenhou o cargo de Comandante Operacional Distrital de Santarém, na Autoridade Nacional de Proteção Civil, trabalhando sempre em estreita colaboração com diversas entidades, entre as quais as Câmaras Municipais, Agentes da Proteção Civil, Forças Armadas, Escolas e Corporações de Bombeiros, preparando e executando estratégias de prevenção e de atuação dos agentes e meios da proteção civil.

A difícil tarefa de coordenação de homens e meios, muitas vezes sob intensa pressão, foi sempre desempenhada tendo como princípio o envolvimento e a participação de todos os parceiros, procurando a resposta mais adequada, mediante constantes avaliações, sendo-lhe reconhecida a nobreza de carater, a competência, o profissionalismo e a capacidade de diálogo, ao longo de todo o tempo em que comandou as forças de proteção civil do Distrito de Santarém, procurando sempre a valorização de todos os agentes de proteção civil, em geral, e dos Bombeiros, em particular, não apenas no concelho de Alcanena, como nos restantes concelhos do Distrito de Santarém.

O Comandante Mário Silvestre foi promovido a adjunto de Operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), tendo assumido as novas funções no dia 21 de dezembro de 2020”.

Deste voto será dado conhecimento à ANEPC – Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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