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Alcanena associa-se ao Dia de Luto Nacional pelas Vítimas de Violência Doméstica

Assinala-se esta quinta-feira, dia 7 de março, o Dia de Luto Nacional pelas Vítimas de Violência Doméstica. O Município de Alcanena associa-se a esta iniciativa, com uma concentração que terá lugar neste dia, às 9:30, nos Paços do Concelho, junto à Bandeira Nacional, que estará a meia-haste, seguindo-se uma reunião onde será efetuado o ponto de situação sobre a violência doméstica no concelho de Alcanena.

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A iniciativa é aberta a toda a população e contará com a presença da Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, Fernanda Asseiceira, dos vereadores da Câmara Municipal, de presidentes e membros dos executivos das Juntas de Freguesia do Concelho, de membros da Assembleia Municipal e elementos da EMIVA – Equipa Municipal de Intervenção na Violência de Alcanena.

Após esta concentração, terá lugar, às 10:00h, no Auditório da Câmara Municipal de Alcanena, uma reunião com elementos da EMIVA, a Presidente da Câmara e demais representantes das entidades mencionadas, na qual será efetuado o ponto de situação sobre a violência doméstica no concelho de Alcanena. Esta reunião é aberta a toda a população.

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O Governo declarou o dia 7 de março de 2019 como Dia de Luto Nacional pelas Vítimas de Violência Doméstica, tenho em conta que o número de mulheres mortas em casos de violência doméstica constitui uma realidade social intolerável e inadmissível.

Trata-se de uma realidade com raízes profundas, culturais e cívicas, que exige uma ação determinada e a congregação de esforços de toda a sociedade para defender, de forma intransigente, a integridade e a dignidade das mulheres, sendo que, neste combate, é fundamental contrariar a banalização e a indiferença, homenageando e prestando um tributo às vítimas e às suas famílias e assegurando a consciencialização desta tragédia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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