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“Agnieszka Nienartowicz”, por Massimo Esposito

Como disse no artigo precedente, uma parte do meu tempo de clausura, que já dura há mais de um mês, é passado a pesquisar na net artistas e exposições que me façam brilhar os olhos. Como já disse, a arte “contemporânea”, como alguns críticos e artistas atuais a chamam, é um termo restritivo, limitado e errado porque a arte contemporânea não se limita a por pedras no chão, molduras vazias nas paredes ou bananas coladas com fita cola.

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Contemporâneo quer dizer “que acontece neste momento, agora, na mesma época”. E nestes tempos que estamos a viver não há só arvores feitas de garrafas de plástico ou sapatos de panelas como uma denomina “artista” realiza. Mas há muitos artistas realistas renomados e ativos no mercado internacional que emocionam e retratam a vida moderna em vários estilos pessoais.

Uma desta artistas é uma pintora polaca nascida em 1991 com um nome difícil para nós, Agnieszka Nienartowicz, mas com uma linguagem pictórica percetível a todos.

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Ela diz: “o que eu retrato é um momento capturado de três coisas: a emoção secreta de alguém e o seu movimento no espaço, que juntos formam e contêm em si uma forte força emocional”.

E o que ela retrata? Principalmente mulheres em poses clássicas, mas…tatuadas. Mas não com tatuagens que identificamos como tais mas sim quadros antigos, com um realismo impecável e uma técnica maravilhosa. Quadros de Bosch, Raffaello, Durer, Caravaggio e muitos outros que se mostram na pele destas meninas vestidas como as antigas donzelas um contraste perturbante que atrai o observador.

Mas como consegue pintar tão bem? Quero lembrar que para o conseguir ela estudou na Academia de Arte de Gdansk recebendo o master e obteve também o master de pintura da Academia de Wroclaw em 2016.

Resumindo: 1º ela tem um grande interesse pela arte,2º ela estudou profundamente as técnicas de desenho e pintura e 3º ela teve uma ideia belíssima e que é visível em várias galerias do mundo.

Para finalizar, espero que isto possa ajudar a entender que sem esforço nada se obtém.

Pintor Italiano, licenciado em Arte e com bacharelato em Artes Gráficas em Urbino (Itália), vive em Portugal desde 1986. Em 1996 iniciou um protejo de ensino alternativo de desenho e pintura nas autarquias do Médio Tejo que, após 20 anos, ainda continua ativo. Neste projeto estão incluídas exposições coletivas e pessoais, eventos culturais, dias de pintura ao ar livre, body painting, pintura com vinho ou azeite, e outras colaborações com autarquias e instituições. Neste momento dirige quatro laboratórios: Abrantes, Entroncamento, Santarém e Torres Novas.

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