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Domingo, Setembro 19, 2021

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Abrantes/BTT | Alferrarede Velha pedalou “Por Terras do Conde” (C/FOTOS)

O grupo de BTT de Alferrarede Velha – “Tenrinhos da Bicla”-, levou a efeito, no passado domingo, dia 2 de julho, o seu 3º passeio de BTT “Por Terras do Conde”, que contou com a presença de oito dezenas de atletas vindos um pouco de toda a região e país e que contou com a preciosa colaboração do Centro Cívico local onde o clube é filiado.

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Apesar de contar com menos participantes do que a edição do ano transato, o passeio (encarado como uma prova a sério) apresentou-se mais competitivo dado o leque de atletas de nomeada que se apresentaram à partida.

Segundo palavras à nossa reportagem, Paulo Lopes, elemento da organização deste evento, houve uma mudança de estratégia em relação ao antigo traçado “depois de uma reflexão do que nos foi feito chegar e, este ano, arriscámos endurecer um pouco mais a prova, especialmente no percurso menos de vinte e cinco quilómetros sempre no sentido de levar os participantes a locais desconhecidos pela maioria”.

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E, a atestar pelos comentários de vários atletas, essa foi de facto uma aposta ganha pelo “Tenrinhos da Bicla”. Para Nuno Jorge Inácio, vencedor da Maratona (50 km) a equipa que desenhou a prova foi “excelente e estão de parabéns” acrescentando que a prova apresentou trilhos “muitos deles desconhecidos, e com uma organização onde prevalece a amizade”. Já Anacleto António (primeiro classificado da distância mais curta: 25 km) considerou a prova como “durinha onde deu para testar a capacidade de sofrimento de cada um, num percurso muito bonito desde os singles, rampas empedradas, à passagem pela ribeira” deixando, tabém ele, os parabéns aos “Tenrinhos da Bicla” pela excelente organização composta por cerca de três dezenas de pessoas.

Para Paulo Lopes, o sucesso da iniciativa deveu-se a vários factores como a escolha de “dois percursos com passagem por paisagens em locais lindíssimos, uma organização com uma excelente logística de apoio aos participantes, quer nos abastecimentos quer aos concorrentes que necessitaram de apoio mecânico ao longo dos trajectos”. Segundo o próprio “são estas respostas positivas dos participantes que nos incentivam a melhorar o nosso empenhamento e a pensarmos que podemos oferecer melhor e mais” prometendo voltar para o ano com novas novidades e trilhos mais exigentes.

Após a competição, houve lugar a um almoço convívio onde se fortaleceram as amizades de longos anos pondo-se de lado a “rivalidade” que ficou dissipada pelo pó deixado nos trilhos dos concelhos de Abrantes e Sardoal.

Classificações (25 km):

1º – Anacleto António (“AC BTT Fojo”): 1h21m
2º – Arlindo Brás (“Escola de Ciclismo de Abrantes”): 1h23m
3º – Ricardo Oliveira (“Happy Bike Team” / U. D. Rossiense): 1h26m

Classificações (Maratona – 50 km):

1º – Nuno Jorge Inácio (particular): 1h55m
2º – Helder Faria (“Falcões BTT” / Tomar): 2h04m
3º – Octávio Vicente (particular): 2h06m

1ª Senhora: Margarida Matos (“AC BTT Fojo”): 3h07m

Atleta mais novo: João Alves – 11 anos (“Tenrinhos da Bicla” / C. C. Alferrarede Velha)

Atleta menos jovem: Manuel Rodrigues – 64 anos (“Grupo Luís Rodrigues Montalvo Bikes”)

Equipa com mais elementos: “Cabeço das Águias Bike Team” (Arreciadas)

Texto: José Belém

Fotos: José Belém / “Tenrinhos da Bicla”

 

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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