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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Abrantes | Vitor Moura vai ser o novo presidente do CRIA

Vitor Moura vai ser o próximo presidente do CRIA, substituindo Nelson de Carvalho. O empresário e atual vereador da Câmara Municipal de Abrantes, eleito pelo PSD, concorre à presidência da direção na única lista candidata às eleições para o quadriénio 2021-2025, que decorrem esta sexta-feira, 12 de novembro, porque, como explicou ao mediotejo.net, tendo sido “abordado” para colaborar, “não podia ficar indiferente”.

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O Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA) vai ter um novo presidente, a partir desta sexta-feira, 12 de novembro. Vitor Moura sucede a Nelson de Carvalho como presidente da direção, ao concorrer na única lista que se apresenta a sufrágio esta sexta-feira, em Assembleia Geral.

Questionado pelo nosso jornal sobre as razões que o levaram a assumir este desafio, Vitor Moura disse que “todas as IPSS, na nossa cidade, na nossa região e pelo país fora, merecem o maior respeito e exigem de todos o cumprimento do dever cívico de participar na sua ação no dia a dia”.

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Salientou a importância social da instituição, notando que o CRIA, na região, tem “ao longo dos anos garantido um papel importantíssimo àqueles que precisam da sua ação”.

O CRIA é uma entidade de economia social, de âmbito regional, intervindo no domínio do desenvolvimento humano e social visando uma sociedade inclusiva, particularmente na área da deficiência, afirmando-se como uma referência pelas políticas de qualidade, melhoria continua, envolvimento em parcerias e foco no cliente.

Vitor Moura entendeu que “poderia ser útil” e, tendo sido “abordado” para colaborar, “não podia ficar indiferente”.

“Nós, aqueles que tiveram a sorte de não ter um familiar que necessite de uma instituição daquela natureza, o mínimo que podemos fazer pelo bem comum e, sobretudo por aqueles que necessitam e pelas suas famílias, é dar o nosso melhor em prol da resolução dos problemas”.

Nos últimos anos o CRIA enfrentou dificuldades financeiras, acumulando dívidas a instituições bancárias, a trabalhadores e a fornecedores, causando alguma instabilidade na instituição, que entretanto foi sendo ultrapassada.

O candidato a presidente da direção reconhece “tempos menos harmoniosos, menos tranquilos que a instituição tem vivido nos últimos anos”, e confessa que “terá sido um conjunto de acontecimentos tornados públicos” que determinaram “uma acuidade ainda maior e esta preocupação de ajudarmos o CRIA”, incluindo enfrentar o desafio também ao nível da manutenção dos cerca de 100 postos de trabalho da instituição.

Para Vitor Moura, o CRIA “não pode viver rodeado de problemas, que no fim de contas, não são a razão principal da sua existência e, pelo contrário, põem em causa a normalidade de uma instituição que deve pautar-se pela segurança a trabalhadores, a pais, aos utentes e que são a razão principal da sua existência”.

Garante que os novos órgãos sociais, nomeadamente a direção, procurarão que os trabalhadores do CRIA “tenham a estabilidade profissional, quer pela via financeira quer pela via da realização pessoal, assegurada”. Sendo certo que “a razão principal da existência da instituição” são “os nossos meninos”, disse apelando a “um sentimento de ligação ultra/extra” para que os intervenientes “se sintam motivados e ir um pouco além do nosso dever, no sentido que nada falte naquela casa e àquelas pessoas. É com esse espírito que vamos. Contamos com a dedicação de todos”.

Vitor Moura apelou ainda aos associados a participarem neste ato eleitoral, num sinal de apoio e incentivo aos novos corpos sociais, mostrando interesse no CRIA e dando vitalidade à instituição.

ÁUDIO | VITOR MOURA

O CRIA tem 43 anos de existência, cerca de 200 associados, uma centena de funcionários, e perto de 1,5 milhão de euros de orçamento anual. As eleições para os órgãos sociais decorrem esta sexta-feira, entre as 17h00 e as 19h00, seguindo-se a tomada de posse.

A lista apresentada, designada de A

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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