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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Abrantes | Vítima mortal de incêndio foi hoje a sepultar

A vítima do incêndio ocorrido em Aldeinha, Rio de Moinhos, na quarta-feira, foi hoje a sepultar. Paulo da Graça, 49 anos, conhecido por ‘Leta’, foi encontrado pelos bombeiros de Abrantes junto a um canavial já sem vida, carbonizado, na área onde o fogo começou.

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“O Paulo [Graça] foi sepultado esta manhã e o funeral teve muita gente, uma vez que ele era uma pessoa querida na comunidade”, disse ao mediotejo.net o presidente da junta de freguesia de Rio de Moinhos, Rui André.

A Polícia Judiciária, que investigou a causa do fogo que teve início pelas 11:30 de quarta-feira e foi apagado pelos bombeiros cerca das 13:00, disse hoje que o incêndio teve origem humana, e que a suspeita recai sobre a própria vítima.

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“O incêndio foi doloso, ou seja, teve intervenção humana, e o resultado das investigações aponta para que tenha sido a própria vítima a causar o fogo através de chama direta, através de fósforos ou isqueiro”, disse fonte da PJ de Leiria. “A vítima andava de canadianas, tinha dificuldades de locomoção, e o cadáver surge mesmo junto do início do fogo, na ignição inicial”, acrescentou.

Questionado sobre os resultados da investigação da PJ, Rui André disse que “custa a acreditar que o tenha feito de forma intencional. O Paulo nunca fez mal a ninguém e custa-me a acreditar que tenha sido ele a provocar o incêndio”, frisou, não sem antes reconhecer o trabalho desenvolvido pelos bombeiros de Abrantes.

“O fogo queimou apenas cerca de um a dois hectares devido a uma intervenção rápida e eficiente dos bombeiros, ação muito importante para travar as chamas numa zona que ainda era uma mancha verde e seca, num dia com vento e com habitações relativamente perto. Quanto ao Paulo”, concluiu, “agora que foi a sepultar, que descanse em paz”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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