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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Abrantes | Viagem pela região e nova Zahara nas Jornadas de História Local

O CEHLA – Centro de Estudos de História Local de Abrantes dedica esta quinta-feira, dia 30, à região com a realização das XV Jornadas de História Local. A “viagem” tem lugar na Biblioteca Municipal António Botto através de comunicações sobre os concelhos de Abrantes, Constância, Gavião, Mação, Sardoal, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha, que partilham o programa com o lançamento do novo número da revista “Zahara”.

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As apresentações sobre os concelhos que integram o território abrangido pelo CEHLA começam pouco depois da abertura dos trabalhos marcada para as 09h45. Luís Mota Figueira, do Instituto Politécnico de Tomar, é o primeiro a intervir e apresenta o projeto MovTour no âmbito do tema “Turismo Patrimonial e Desenvolvimento Local na sub-região do Médio Tejo”, a partir das 10h00.

António Matias Coelho toma a palavra pelas 11h15 para falar sobre “Camões, um jovem de olhos no Zêzere” e meia-hora depois Carlos Almeida e João Carlos Soares dão a conhecer a “Igreja Matriz de Sardoal”. A viagem pela região continua até ao Centro Geodésico de Portugal, em Vila de Rei, sobre o qual intervém Andreia Domingos às 12h15.

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A apresentação do n.º 30 da revista “Zahara” é feita quatro meses depois do lançamento do n.º 29. Foto: mediotejo.net

O itinerário da tarde das comunicações nas XV Jornadas de História Local começa em Mação, às 15h00, onde os participantes são “recebidos” por Amândio Mateus e Mário Tropa com uma visita aos “Azulejos da Igreja Matriz de Mação: A singularidade da sua Árvore de Jessé”. A partir das 15h30 viaja-se até Vila Nova da Barquinha tendo Fernando Freire como guia e descobre-se a “Igreja Matriz da Atalaia”.

Uma hora depois, Filomena Gaspar e Gustavo Portocarrero revelam “Novos dados para a História do Castelo de Abrantes” e às 17h00 Catarina Simões ajuda a explorar o “Castelo e Núcleo Museológico de Belver”. O encerramento do programa está previsto para as 18h00, tendo o CEHLA reservado a apresentação do n.º 30 da Revista de História Local “Zahara” para o último momento, às 17h40, quatro meses depois do lançamento do número anterior.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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