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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Abrantes | Vem aí a Rota Cultural e Etnográfica das Ribeiras da Arcês, Rio Frio e Rio Tejo

A construção da Rota Cultural e Etnográfica das Ribeiras da Arcês, do Rio Frio e do Rio Tejo, que ganhou o Orçamento Participativo Portugal (OPP) em 2017 e que percorre os municípios de Abrantes, Mação e Sardoal, já está em marcha e já tem data anunciada para inauguração.

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O projeto vai começar de imediato, tendo um prazo de execução de 6 meses, com inauguração da Rota prevista para o Dia da Árvore, a 21 de março de 2020, contando com a presença de um representante da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), altos responsáveis camarários e outras entidades, disse ao mediotejo.net o associativista António Louro, um dos dinamizadores do projeto.

Na última quarta-feira, 3 de julho, o proponente da proposta vencedora ao OPP, em conjunto com membros da ACROM – Associação Cultural das Rotas de Mouriscas (Abrantes), reuniu com vereadores das Câmaras Municipais de Abrantes, Sardoal e Mação, além de outros técnicos, no sentido de dar seguimento ao processo.

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Segundo avançou ao nosso jornal, nessa reunião foi apresentada a empresa responsável pela sinalética da Rota (Floema), que se fez representar pelo seu proprietário, Fernando Pinto.

ACROM durante uma reunião sobre a Rota Cultural e Etnográfica das Ribeiras da Arcês e do Rio Frio e do Rio Tejo. Créditos. ACROM

O projeto prevê a construção de 5 pontes em madeira, no atravessamento das duas ribeiras, e o valor do investimento rondará os 80 mil euros.

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A Rota Cultural e Etnográfica das Ribeiras da Arcês e do Rio Frio e do Rio Tejo atravessará várias aldeias dos concelhos (Abrantes, Mação e Sardoal), passando também em zonas de património cultural, nomeadamente a oliveira do Mouchão (Mouriscas – Abrantes), a calçada romana existente no Casal de Santa Graça (Valhascos – Sardoal) e ainda a Anta de Rio Frio (Ortiga – Mação).

Esta grande rota será homologada pela FCMP – Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, e deverá ter uma distância acima do 35 quilómetros, ligando com várias pequenas rotas e com a GR 12 (Caminho do Tejo).

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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