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Sábado, Outubro 16, 2021

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Abrantes | UHF e ‘A Herança do Andarilho’ em São Facundo dia 25 de Abril

Os UHF levam a música de Zeca Afonso e ‘A Herança do Andarilho’ ao Polidesportivo de São Facundo, freguesia do concelho de Abrantes, no dia 25 de Abril, às 21h30. A entrada é livre.

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A Herança do Andarilho é um álbum de tributo a José Afonso, da banda portuguesa de rock UHF. Editado pela AM.RA Discos, em 27 de outubro de 2017, o disco foi produzido por António Manuel Ribeiro e masterizado por Rui Dias e Andy VanDette no estúdio Mister Master na Costa da Caparica e no Masterdisk Studio em Nova Iorque, respetivamente.

No ano em que passaram 30 anos sobre o desaparecimento físico de José Afonso, os UHF homenagearam a sua obra. São sete canções do mais importante cantautor português, trabalhadas nos últimos anos por António Manuel Ribeiro, puxadas para o som ora elétrico ora acústico, a que se juntam três temas da banda no fio condutor do legado. Tem duas novas versões: “Traz Outro Amigo Também”, estreado na rádio Antena 1 como primeira amostra do álbum, e “No Comboio Descendente” que serviu de single de apresentação.

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Atentos à realidade política e social do país, os UHF são o rosto do rock de intervenção em Portugal. Com alguma influência de José Afonso, assumem uma posição ativa em relação a temas sensíveis na vida das pessoas. O líder da banda assume o poeta popular como fonte inspiradora e confessa: “Eu não quero imitar José Afonso, quero ler a sua genialidade.”

‘A Herança do Andarilho’ sucede à coletânea ‘Almada 79’ na discografia dos UHF, e é um trabalho há muito desejado pelos fãs da banda. Entrou diretamente para o 19º lugar na tabela de vendas da AFP (Associação Fonográfica Portuguesa), para depois subir à 18ª posição no decorrer da terceira semana no mercado.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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