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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Abrantes | Três incêndios noturnos em Arreciadas, Barrada e Vale de Zebrinho

A madrugada desta sexta-feira, dia 3 de agosto, foi vivida com alguma preocupação nas localidades de Arreciadas, Barrada e Vale de Zebrinho, todas no concelho de Abrantes, devido a três incêndios que deflagraram durante a noite. Os incêndios foram rapidamente controlados, mas a proximidade das localidades e a hora de início dos fogos levantam naturais suspeitas.

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“Foram três ocorrências, às 00:44, às 01:04, e à 01:12, em Arreciadas, na União de Freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, e em Barrada e Vale de Zebrinho, ambos na União de Freguesias de São Facundo e Vale das Mós”, disse ao mediotejo.net fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, tendo acrescentado que os fogos foram “rapidamente debelados” e área ardida “pouco significativa”.

Questionado sobre se existem suspeitas de mão criminosa, a mesma fonte referiu que, desde logo, a hora de início dos incêndios “é de estranhar”, dando conta que situações do género “não são nada a que os bombeiros não estejam habituados”, a nível regional e nacional, apelando a que a população alerte as autoridades sempre que veja movimentações suspeitas.

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Para o incêndio em Arreciadas foram mobilizados 36 operacionais, apoiados por 9 viaturas, em Barrada estiveram 58 operacionais, apoiados por 16 veículos, e em Vale Zebrinho estiveram 22 operacionais e 5 meios terrestres. No restante território do distrito de Santarém a noite foi normal, em termos de ocorrências, não havendo dados de registo a assinalar.

No distrito de Santarém ocorreram já este ano 357 fogos que consumiram 93 hectares de área florestal. No distrito existem 16 câmaras de videovigilância que fazem uma cobertura de 75% do território e permitem ao CDOS ir acompanhando o evoluir dos incêndios a partir da base de operações em Almeirim.

Até à última quarta-feira, explicou Mário Silvestre ao mediotejo.net, as condições meteorológicas têm sido favoráveis, o que coloca a incidência no comportamento humano entre a causa principal dos incêndios.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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