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Segunda-feira, Setembro 20, 2021

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Abrantes | Tradição gastronómica do “Bucho e Tripas do Pego” é já marca registada

O “Bucho e Tripas do Pego”, aldeia do concelho de Abrantes, já é uma marca registada pela Confraria do Bucho e Tripas. Trata-se de uma Marca Coletiva registada sob o n.º 661999 e que “cumpre as normas e regulamentos em vigor em Portugal, assumindo assim a proteção dos produtos-REI em Território Nacional”, anunciou a Confraria.

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No âmbito da promoção da tradições pegachas, recorda-se que no dia 23 de junho foi celebrado o protocolo entre o Município de Abrantes e a Confraria do Bucho e Tripas, através do programa FinAbrantes.

Assim, a Confraria do Bucho e Tripas vai colocar em execução o projeto aPEGarte, que será composto por oito atividades, subdivididas em diversas áreas de intervenção: “A carvoaria”; “Lendas e histórias da aldeia do Pego”; “As nossas casas baixas”; “À pesca com o ti João”; “Nos trilhos da nossa terra”; “De cesto à cabeça”; “Mãos na massa”; “Apanha da azeitona”.

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Registo da marca “Bucho e Tripas do Pego”

Com as atividades acima mencionadas, a Confraria do Bucho e Tripas pretende alcançar os seguintes objetivos: Desenvolver atividades que englobem as tradições, o desporto, a gastronomia, a natureza, o artesanato e a cultura; Sensibilizar os mais jovens para a história, valores e tradições do local onde estão inseridos; Promover experiências de enriquecimento cultural aos mais jovens; Promover a cultura local; Promover a preservação das tradições locais.

A Confraria anuncia ainda que brevemente contactará “com todos os espaços de restauração” do Pego com o propósito de “avançar com os dísticos de identificação, apresentação do regulamento e diversas informações adicionais”.

Registo da marca “Bucho e Tripas do Pego”

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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