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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Abrantes: Trabalho pela Inclusão é para ser feito “fora dos gabinetes” – Governo

No âmbito da avaliação em curso e no terreno do conjunto de respostas sociais existentes em Portugal, a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, esteve esta sexta-feira em Abrantes no seguimento de iniciativa “Percursos pela Inclusão”, tendo defendido que este trabalho “não pode ser feito feito com uma pessoas sentada num gabinete”.

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A governante, invisual, foi recebida nos Paços do Concelho pela presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, vereadores e presidente da Assembleia Municipal, onde se inteirou dos projetos municipais nas áreas sociais, da inclusão e igualdade do género tendo, de seguida, visitado as valências do CRIA – Centro de Recuperação e Integração de Abrantes -, numa visita que contou com a presença de diversas entidades, como o presidente da delegação distrital da Segurança Social, Tiago Leite, ou o autarca Vasco Estrela, presidente da Câmara de Mação, entre outras individualidades.

Em declarações aos jornalistas, Ana Sofia Antunes disse que “o conjunto de respostas existentes é diversificado e convém fazer a avaliação daquelas que estão a funcionar melhor ou menos bem”.

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“Em termos de operacionalidade, isso só se faz indo para o terreno e falando com as pessoas. É um trabalho que não se pode fazer sentado numa cadeira, num gabinete, embora esse também seja um trabalho que tem de ser feito”, destacou a governante, antes de partir para uma reunião privada com a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Abrantes.

Nelson de Carvalho, presidente do CRIA, disse, por sua vez, que “num tempo, numa sociedade e numa conjuntura em que os valores parecem ser só os valores da competitividade e do ‘todos contra todos’, é bom, é oportuno e é politicamente relevante que se chame a atenção para os valores da inclusão e da solidariedade”, elogiando o périplo em curso pelo país.

A iniciativa “Percursos pela Inclusão” enquadra-se numa “política de Inclusão que se pretende definida numa perspetiva de cidadania ativa e coesa, e pressupõe-se próxima das cidadãs e cidadãos, bem como dos agentes nacionais e locais que contribuem para que a inclusão se concretize”, destaca o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

“Conhecer os quotidianos, os espaços e os tempos, os sistemas de interação social, emocional e afetiva da vida destas cidadãs e destes cidadãos, reveste-se de importância fundamental para colocar em evidência os sucessos alcançados e permitidos, mas também as necessidades que permanecem”, evidencia aquele ministério.

 

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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