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Sexta-feira, Outubro 22, 2021

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Abrantes | Tagusvalley desafia jovens empreendedores a dar o “Salto para o Sucesso” através do Arrisca C

O concurso nacional de ideias e planos de negócios Arrisca C, 2017, é dinamizado na região pelo Tagusvalley. Este concurso, já na 9ª edição, vai atribuir mais de 140 mil euros em prémios, nomeadamente 12 meses gratuitos de instalação na incubadora de empresas e até 20 mil euros ano para criação de postos de trabalhos. As inscrições estão abertas até hoje, dia 29 de dezembro.

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O Arrisca C é promovido em consórcio por 15 parceiros, liderados pela Universidade de Coimbra (UC) e apoiado por mais de duas dezenas de patrocinadores. Esta nova edição do concurso de ideias e planos de negócio aposta no conceito “Chegou o momento de dares o salto para o Sucesso”.

O Arrisca C prevê, para além das categorias ideias de negócio, planos de negócio e melhor projeto do ensino secundário, o prémio Social ao Centro que irá reconhecer ideias com uma forte vertente de responsabilidade social e potencial de impacto considerável na sociedade portuguesa.

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As candidaturas podem ser individuais ou em equipas até 5 elementos, em que pelo menos um dos promotores seja estudante ou recém-diplomado há menos de cinco anos de qualquer Instituição de Ensino Superior do país. As inscrições estão abertas até 29 de dezembro.

Com cerca de 760 mil euros em prémios distribuídos, 741 projetos candidatos, 1828 promotores e mais de duas dezenas de empresas criadas, o Arrisca C quer tornar esta edição na mais disruptiva iniciativa dos últimos anos.

O concurso Arrisca C é apoiado pelo programa INOV C 2020, projeto cofinanciado pelo Centro 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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