Abrantes | Startup da Tagusvalley aponta para o Espaço

A abrantina Immersive | Pyx foi aceite para o programa Astropreneurs da Agência Espacial Europeia no passado dia 6 de fevereiro. Esta startup incubada na Tagusvalley – Parque Tecnológico do Vale do Tejo, em Abrantes, foi criada por Guilherme Assunção, Alexandre Carrança e André Miranda, alunos e ex-aluno da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes.

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O projeto rescue | pyx, selecionado para este programa de aceleração, baseia-se numa aplicação móvel baseada em Realidade Aumentada que visa ser uma ferramenta no que toca a situações de emergência e socorro, percebendo em caso de acidentes automóveis, os pontos de perigo da viatura, como a perceção do estado da vítima do sinistro, geolocalização do acidente e automática resposta às autoridades e seguradoras.

Através da sua aplicação, no projeto Galileo da Agência Espacial Europeia, apresenta-se como um sistema de localização a ser implementado no espaço, como resposta aos sistemas GPS, o sistema Glonass russo e o sistema Compass chinês. Este sistema terá a precisão de 20cm, sendo que será o sistema de navegação mais preciso do planeta.

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O programa Astropreneurs, baseado no Instituto Pedro Nunes (IPN) em Coimbra e apoiado pela ESA – European Space Agency é um projeto europeu de aceleração para 150 startups que encontrem no Espaço novas oportunidades de negócio.

O Astropreneurs gere um orçamento de dois milhões de euros para avançar com novas ideias de negócio direcionadas ao mercado espacial ou que incorporem tecnologia espacial em aplicações terrestres. Financiado pela Comissão Europeia, através do Programa H2020, este projeto vai criar novos negócios, gerar emprego e estimular o crescimento económico em cooperação com a indústria, investidores e instituições nacionais e europeias. O Astropreneurs é coordenado por Portugal, através do IPN, e reúne diversos parceiros da Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Reino Unido e República Checa.

A Immersive | Pyx é uma startup iniciada em setembro de 2018, localizada no Tagusvalley, que já recebeu prémios como a Ideação e Aceleração do programa Tourism Explorers 2018 da Fábrica de Startups com o projeto “tour|pyx”, uma aplicação móvel baseada em Realidade Aumentada que procura trazer experiências de imersão cultural ao utilizador através de um jogo que remete à história e cultura de um local.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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