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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Abrantes: Sociedade Instrução Musical Rossiense celebra hoje 100 anos

A Sociedade Instrução Musical Rossiense (SIMR) assinala esta terça-feira, dia 10 de novembro, o centenário da sua fundação. As atividades do centenário agendadas para este ano são, domingo próximo, dia 15 de novembro, um encontro de bandas, e um concerto de Natal agendado para dia 20 de dezembro.

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A Câmara Municipal de Abrantes associou-se à efeméride com a apresentação da exposição “Sociedade Instrução Musical Rossiense – 100 Anos a Dar Música”, inaugurada no dia 7 de novembro e que vai estar patente ao público na Biblioteca Municipal António Botto até ao final deste ano, dia 31 de dezembro*.

Fundada em 10 de novembro de 1915 por Manuel Martins, João Carlos Lourenço e Fausto dos Santos e Silva, a SIMR teve a sua 1ª sede no Largo Paralva, na freguesia do Rossio ao Sul do Tejo.

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Segundo texto assinado pelo Rossiense Manuel Ruivo no livro comemorativo dos 150 anos da freguesia, “O industrial João José Soares Mendes oferece-lhe o primeiro instrumental, tendo também auxiliado na construção do coreto, ainda hoje existente na freguesia, no Largo D. Joana Soares Mendes”.

Segundo a mesma publicação, ao longo do século XX, a SIMR destacou-se pela criação de uma tuna (1926), um orfeão (1932), um grupo de teatro (1932-1973) e várias orquestras como a “Monumental”, “Rossiense”, “Tejo Melody Band” e “Diabos do Ritmo”.

Atualmente ao serviço do ensino e divulgação da música, a banda da coletividade centenária é uma referência cultural que leva o nome de Abrantes a todo o país. O Maestro é Francisco Lamarosa sendo a equipa diretiva presidida por Diogo Lamaroso.

*Horário de visita à exposição: 2ª feira 14 -20h:00// de 3ª a 6ª 09-20h00//Sábado 9h:30-13h:00

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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