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Abrantes, Sardoal e Mação aprovam protocolo para Rota Cultural e Etnográfica de Mouriscas

A Câmara de Abrantes aprovou no dia 30 de outubro a minuta do protocolo referente à Rota Cultural e Etnográfica das Ribeiras da Arcês e do Rio Frio e do Rio Tejo, a celebrar entre a Direção Geral do Património Cultural, a Associação Cultural das Rotas de Mouriscas e os Municípios de Abrantes, Sardoal e Mação.

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Esta Rota, que abrange áreas dos territórios de Abrantes, Mação e Sardoal, nasceu de uma proposta vencedora do Orçamento Participativo Portugal 2017, tendo como autor o cidadão António Louro.

Os três municípios envolvidos na execução do projeto, por via do património cultural existente na área das respetivas influências territoriais, apresentaram-se como parceiros naturais e indispensáveis para a sua execução.

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O protocolo estabelece as condições de colaboração entre a Direção Geral do Património Cultural (DGPC), os três municípios e a Associação Cultural das Rotas de Mouriscas efetiva as condições para o desenvolvimento da Rota.

O projeto será executado por uma equipa multidisciplinar, integrando representantes das entidades envolvidas no protocolo. O trabalho a desenvolver por essa equipa técnica será materializado na identificação e levantamento do património natural (vestígios, pontes, azenhas, grutas, etc.), industrial urbano e histórico dos vales do Tejo, das ribeiras de Arcês e do Rio Frio; sinalização de obras de valor cultural, estabelecendo itinerários de acesso aos mesmos, promovendo a sua segurança e a sua divulgação.

O projeto dispõe de um investimento de 80 mil euros, assegurado pelo Estado Português, através da DGPC.

O protocolo foi igualmente aprovado pela Câmara de Mação e pela Câmara de Sardoal.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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