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Domingo, Outubro 24, 2021

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Abrantes | Rui André recandidata-se como independente à freguesia de Rio de Moinhos

O atual presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos (Abrantes), Rui André, recandidata-se àquele órgão nas próximas eleições autárquicas pelo Movimento Independente da Freguesia de Rio de Moinhos (MIFRM).

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Rui André foi eleito em 2013 pelo PSD mas em 2017 deixou os partidos políticos e decidiu avançar para uma recandidatura com uma lista de independentes com o lema “nem cores, nem partidos… simplesmente unidos”.

Para Rui André a evolução na freguesia de Rio de Moinhos “é notória. Basta avaliar os serviços que se mantiveram e se criaram”, diz na nota de comunicação da sua recandidatura.

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“Acredito que cada um de nós está neste mundo para dar mais do que aquilo que recebe… Por natureza sou alguém confiante e otimista! Por essa força interior e graças ao apoio sentido e profundo, decidi que não poderia abandonar o caminho nem a minha freguesia”, acrescenta.

E promete continuar “a construir o futuro de Amoreira, Pucariça, Rio de Moinhos.[…] São vários os projetos sonhados e em concretização”, diz destacando “um de extrema importância e ansiado por todos nós. Uma Casa de Repouso para todos aqueles que querem ficar na sua terra onde sempre viveram e talvez trazer outros que tiveram de deixar as suas casas, os seus amigos, a sua terra natal. Para aqueles que outrora trabalharam por nós e a quem nós hoje devemos todo o apoio e respeito”.

Rui André explica que o equipamento social “já está a ser planeado e será concretizado em parceria. Porque nada fazemos sozinhos”, o presidente da Junta afirma contar com os seus fregueses “e com todas as entidades desta freguesia que considero nossos parceiros”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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