Quarta-feira, Março 3, 2021
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Abrantes | Recriação histórica ‘Foral de Abrantes 500 anos’ no Dia Internacional dos Museus

A recriação histórica ‘Foral de Abrantes 500 anos’ vai decorrer este sábado, dia 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, na Praça Raimundo Soares, às 21h30.

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Mas o arauto já está na rua, a anunciar a entrega do Foral Manuelino. “A chegada deste rei tão importante, D. Manuel, rei dos Descobrimentos”, afirma ao mediotejo.net o vereador Luís Dias, com o pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Abrantes.

O Foral Manuelino foi concedido a Abrantes, pelo rei D. Manuel I, em 1518, um instrumento de autonomia e liberdade do concelho, “um documento administrativo que, em Abrantes, teve algumas peculiaridades até pouco coincidentes com o que aconteceu em outros municípios, começa a ser escrito em 1510 mas só é entregue à cidade efetivamente em 1518” explicou o vereador.

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Para assinalar o encerramento das comemorações dos 500 anos do Foral, recria-se a assinatura do Foral, assim como o seu anúncio e entrega à Câmara de Abrantes.

Esta entrega será apresentada em dois atos distintos, o primeiro ainda no século XVI, recriando historicamente o acontecimento e um segundo em que as personagens do passado e do presente partilharão o mesmo espaço cénico.

O objetivo passa por “evidenciar neste exercício de memória aquilo que poderá ser um diálogo muito interessante entre o que aconteceu há 500 anos, com a entrega do Foral a Abrantes pelas mãos do rei D. Manuel. Mas ao mesmo tempo, fazer uma analogia com o que hoje acontece no âmbito do processo da descentralização administrativa que também será evidenciado nesta recreação de época”, afirma acrescentando que “a história de Abrantes está repleta de episódios marcantes para a História de Portugal e são esses momentos que queremos enaltecer”.

A conceção e interpretação são da ‘Empório Criativo’ e o evento tem entrada livre.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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