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Abrantes | Reconversão da Central Termoelétrica do Pego, IC9 e ESTA nos contributos municipais ao PRR

O primeiro-ministro, António Costa, apelou aos portugueses para participarem com contributos para o Plano de Recuperação e Resiliência do Governo, e o município de Abrantes assim fez. Além dos contributos apresentados através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, a Câmara Municipal de Abrantes incluiu algumas preocupações e investimentos considerados prioritários. Na última reunião de executivo o presidente disse quais são.

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O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) já havia sido tema em reunião de Câmara de Abrantes antes do terminar o período de consulta pública, mas na última sessão, realizada na terça-feira, dia 9 de março, o presidente deu conta do executivo ter agarrado esta oportunidade para contribuir para o programa do Governo, indo além dos contributos apresentados através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

“Tentámos ajustar aquilo que era o nosso entendimento municipal mais circunscrito ao concelho de Abrantes e estivemos intrinsecamente ligados com a questão destes contributos no âmbito da Comunidade Intermunicipal”, disse o autarca socialista.

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Manuel Jorge Valamatos apontou “preocupações” como “o Parque de Ciência e Tecnologia, e a Escola Superior de Tecnologia de Abrantes. Falámos de forma muito vincada da conclusão do IC9 [ligação Abrantes a Ponte de Sor], na reconversão da Central Termoelétrica do Pego e um conjunto de outros aspetos que entendemos ser importante fazer referência, como por exemplo a Avenida António Farinha Pereira que é da responsabilidade das Infraestruturas de Portugal, um processo que também queremos ver resolvido”.

A reunião de Câmara Municipal de Abrantes realizou-se por videoconferência. Créditos: mediotejo.net

Depois de um primeiro esboço apresentado à Comissão Europeia em outubro de 2020 e de um processo de conversações com Bruxelas, o Governo português colocou a versão preliminar e resumida deste plano em consulta pública até ao dia 1 de março.

O PRR que Portugal apresentou para aceder às verbas comunitárias no sentido de fazer face às consequências da pandemia de covid-19 prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, correspondentes a um total de 13,9 mil milhões de euros de subvenções.

No âmbito da CIMT o presidente abrantino avançou que os contributos “são mais generalistas” a pensar na região mas “onde aparece focado a questão da Central Termoelétrica do Pego e a conclusão do IC9. Vamos agora esperar por aquilo que forem as correções ao PRR por parte do Governo e depois cá estaremos para voltar a falar sobre essa matéria” disse aos vereadores.

No documento, estão também previstos 2,7 mil milhões de euros em empréstimos, mas uma fonte do executivo garantiu à Lusa que “ainda não está assegurado” que Portugal irá recorrer a esta vertente do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, o principal instrumento do novo Fundo de Recuperação da União Europeia.

Previsto está que a maior fatia (61%) das verbas do PRR se destine à área da resiliência, num total de 8,5 mil milhões de euros em subvenções e de 2,4 mil milhões de euros em empréstimos.

Entretanto, António Costa deu conta que, durante a fase de discussão pública, o PRR recebeu mais de 1.600 contribuições e mais de 65 mil consultas, agradecendo a mobilização dos portugueses.

C/ Lusa

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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