Abrantes | PSP detém dirigente associativo e apreende 2 kg de anfetaminas e 30 mil euros (C/VIDEO)

O Comando do Porto da PSP veio a Abrantes fazer a sua “maior apreensão de sempre” de anfetaminas, cerca de dois quilos, numa investigação em que foram detidos dois homens e em que foram apreendidos também mais de 30 mil euros. Um dos homens detidos, de 34 anos, é dirigente da Cooperativa Verdeperto, com sede em Rossio ao Sul do Tejo.

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A polícia refere que as duas detenções, decorrentes de uma operação de combate ao tráfico de droga, contemplou nove buscas domiciliárias e uma não domiciliária nas cidades do Porto e de Abrantes, tendo sido apreendidos 1,76 quilos de anfetaminas (crystal, MDMA e LSD) em estado puro, cerca de 1.000 comprimidos de ecstasy, 570 selos de LSD, seis embalagens de LSD em líquido, liamba, cocaína, haxixe e heroína.

“Não há registo de uma apreensão deste volume de anfetaminas, sendo que a maior parte da droga está em estado puro. Foi a maior apreensão de sempre daquela droga”, disse à Lusa fonte oficial do Comando do Porto da Polícia de Segurança Pública (PSP).

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Segundo a autoridade, os dois homens, de 34 e 35 anos de idade, residentes em Abrantes e no Porto, respetivamente, foram intercetados e detidos na área de Torres Novas.

Segundo conta o Correio da Manhã, o fornecedor, de Abrantes, e o traficante, do Porto, encontraram-se no parque de estacionamento de um centro comercial de Torres Novas para a compra e venda de cocaína e LSD líquido no valor de 10 mil euros.

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Uma transação que terá sido vigiada pela PSP do Porto, que os abordou. O fornecedor, 34 anos, vice-presidente da Cooperativa Verdeperto e professor, tentou fugir e chocou contra o carro policial. Foram ambos detidos.

Nas buscas domiciliárias efetuadas foram ainda apreendidos 30.825 euros em dinheiro, dois automóveis, uma estufa e diversos objetos habitualmente utilizados na venda direta de estupefacientes, designadamente uma balança de precisão e uma máquina para embalamento do produto.

Contactada pelo mediotejo.net, a presidente da Cooperativa Verdeperto, Teresa Almada, disse que, “no seguimento das alegadas acusações contra um membro da Cooperativa Verdeperto, as mesmas nada têm a ver com a atividade da Cooperativa nem dos outros cooperadores”.

Segundo aquela responsável, “a Cooperativa Verdeperto e os restantes cooperadores desconhecem em absoluto as alegadas atividades, veiculadas na comunicação social, de que é acusado um dos nossos cooperadores”.

Aos detidos, presentes na quarta-feira às Autoridades Judiciárias, foi decretada a prisão domiciliária com pulseira eletrónica.

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