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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Abrantes | Programa de férias aberto a crianças mais pequenas a partir de 2018

A partir do próximo ano o programa ‘Férias Jovens’, da Câmara Municipal de Abrantes, para os períodos de interrupção escolar da Páscoa, Verão e Natal, vai chegar a crianças a partir dos 3 anos. A ideia é minimizar as dificuldades dos pais que têm os filhos na escola pública a frequentar o ensino pré-escolar.

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Referindo a iniciativa do programa Férias Jovens ‘Natal é Festa’ de 18 a 22 de dezembro, a presidente da Câmara Municipal de Abrantes (CM), Maria do Céu Albuquerque, avançou que “no próximo ano” a CM irá apresentar “um programa diferente” em relação ao caminho feito até agora. O anúncio foi efetuado, esta terça-feira 12 de dezembro, durante a reunião de Executivo.

A objetivo é potenciar atividades lúdicas e desportivas “desde tenra idade” explicou a presidente. Mas principalmente ir ao encontro das necessidades sentidas por alguns pais, nos períodos de interrupção escolar, logo a partir do pré-escolar. Alargando a idade mínima de inscrição dos 6 para os 3 anos de idade, permite “chegar a mais crianças e jovens de diferentes idades”, referiu a autarca.

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O programa ‘Férias Jovens’ foi pensado para os períodos de interrupção escolar de Natal, Páscoa e Verão e pretende preencher as férias daqueles que “ficam sem possibilidade de ocupar de forma construtiva e saudável o seu tempo disponível” acrescentou Maria do Céu Albuquerque.

Assim, a partir de 2018 poderão inscrever-se no programa de férias da CM crianças e jovens dos 3 aos 16 anos.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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